segunda-feira, 17 de março de 2014

HOJE, DIA 17 DE MARÇO DE 2.014

HOJE, dia 17 março 2.014, encontrei pela manha, na rua, um irmão que me contou o seguinte: Pessoas da denominação a que pertenci, estão preparando "uma" para me punir.
Em primeiro lugar e o mais importante, é que, Deus que vê o profundo e o escondido, Ele que não dormita e nem dorme, sabe de toda a verdade.
Em segundo lugar não estou mencionando coisas que ouvi falar dos lábios de outras pessoas, mas situações em que eu vivi e sofri na minha própria pele.
Em terceiro lugar, isto abre precedente para eu processar tal denominação na justiça, tanto sua pessoa juridica como fisica, e pedir indenizações, inclusive devoluções de dízimos e ofertas, alem do que,  tenho perante a Lei, direito de pedir indenizações por serviços prestados no periodo. Temos centenas de provas que, esse pastor não construíu a historia da denominação sozinho e que lá, tem todo nosso trabalho pioneiro, cujo direito é nosso, de indenizações.
Em quarto, não serei punida com a obrigação de devolver remunerações que parentes meus receberam, por serviços prestados, porque isto é justo. Toda a remuneração que envolveu a historia, não passou de receita por serviços prestados.
Em quinto lugar, podemos pedir indenizações por danos morais, por motivos de calunias de roubo, difamação, preconceito e por todos os danos morais sofridos de 2.010 para cá.
Em sexto lugar, podemos pedir indenizações por assédios morais e psicológicos sofridos ao longos dos anos, com promessas gritantes de morte, de doenças, de insucessos, entre outros, da parte desse pastor.
Em setimo lugar, outras pessoas farão o mesmo, ou seja, pedirão indenizações por dízimos, ofertas e serviços prestados à comunidade religiosa. Pessoas que saíram de lá, mas que também foram vitimas de promessas gritantes e ameaçadoras, de mortes, doenças, entre outros, e que, quase enlouqueceram na época, de tanta preocupação, também estarão dispostas à solicitarem indenizações por danos morais e pressão psicológicas.
Em ultimo lugar, é que, toda a contribuição de dízimos, ofertas e serviços prestados, eu o fiz por investimento da ampliação dos limites da pregação do Evangelho de Cristo, e não para ostentação opulenta de pastor.
Pra quem não sabe, esse lider religioso que chegou aqui andando de onibos e hoje é milionário, nunca teve herança que pudesse fundamentar sua riqueza, e alem do mais, usou como capital investido em mercantilismo secular, dinheiro tirado do povo, com promessas de prosperidade, (ao povo), mas quem ficou rico mesmo, foi ele próprio.
Finalizando, pessoas podem sustentar eventos onde esse homem induziu funcionários de irmãos que eram empresários, à levarem sua pessoa jurídica, na justiça, quando ele mesmo prega ser pecado fazer estas coisas. 
Portanto, se alguém me punir pelo meu direito constitucional de liberdade de expressão, também serão punidos, pois, eu não estou caluniando ninguém, mas, estou falando e reclamando de danos que sofri e ainda sofro na propria pele. Estou contando a minha própria historia.


Dinorá Mendes

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