sábado, 5 de abril de 2014

DIZIMOS, CONHEÇA A HISTORIA DOS DIZIMOS, SUAS FUNÇÕES E TRAGETORIA...

CONHEÇA A HISTORIA DOS DIZIMOS, SUAS FUNÇÕES E TRAGETORIA, NA RÉGUA DA HISTORIA BIBLICA.
Este estudo é para esclarecimento de irmãos que fazem confusão com o assunto, dízimos, e que estão pedindo esclarecimentos.
Para esclarecer melhor, precisamos voltar milhares de anos, na história.
A Bíblia não pode ser entendida com versículos isolados e muito menos, apenas com as pregações dos púlpitos. Os pastores precisam reunir o povo pelo menos uma vez na semana para estudar a Bíblia de modo linear, não em ziguezague, porque a historia é também linear, ou seja, ela se desenrola em linha reta, apesar de  o cânon bíblico, não obedecer um cronograma, sua historia se revela uma historia em linha reta, e progressivamente. Por exemplo, a historia de Jó é uma das mais antigas do mundo, aconteceu milhares de anos antes dos juizes, porem, o livro de Jó, vem depois do livro de Juizes.
Pastores que não fazem isto, devem ser rechaçados e jamais temidos.
Entender a Bíblia demanda um “curso” completo e longo, semelhantemente a um curso de direito, ou medicina por exemplo, que precisa ser estudado sistematicamente, minuciosamente e detalhadamente..  
Eu levei . décadas para discernir a Bíblia, e ainda não sei tudo. E tudo o que sei, não aprendi com pastores, nos púlpitos.
As mensagens de púlpitos devem atrair pecadores em primeira instância, porem, para seu conhecimento, crescimento e amadurecimento, é necessário, estudar a Bíblia, conforme acima citado.
Então, vamos lá, resumir a Bíblia, para que vocês possam entender a questão dos dízimos. 
Vamos estudar agora, apenas o assunto, dízimos, e por isto não vamos abrir muito o leque canônico (régua)..
A Bíblia, é Deus contanto sua historia e seu relacionamento com os homens neste mundo chamado tempo, temporal, não ligado à eternidade; pois, sobre a eternidade que é atemporal , foge de nossas dimensões racionais (intelecto) e   sensoriais, tato, visão, paladar, olfato e audição. A Bíblia apenas dá vagamente a revelação atemporal, porque jamais entenderíamos à contento. Apesar de sua temporalidade transparente,  e atemporalidade superficial,  seu  discernimento não apenas é espiritual, mas racional,  literal, real, efetivo e ipsis litteris (ao pé da letra), tambem.
A principio, quando ela diz que a letra mata e o Espírito vivifica, está se referindo da palavra “letra”, uma referencia para “Lei”.  PRECISAMOS ENTENDER DAS LEIS BÍBLICAS, PARA DISCERNIRMOS O ASSUNTO SOBRE DÍZIMOS.
Portanto, esta mensagem diz respeito à Lei (letra), versus, a Graça. Ou seja, a Lei vétero testamentária, é contrária à Graça neo-testamentária, apesar de sua sinergia.
Diante dos fatos, estamos hoje, não debaixo da Lei (letra), mas debaixo da Graça, que é totalmente o outro lado da moeda. É como se tivéssemos uma moeda, onde de um lado está as obrigações das Leis biblicas, e do outro lado, o privilegio, a excelência e a liberdade da Graça.  
“GRAÇA COM MISTURA, NÃO É GRAÇA, MAS, FAVOR TROCADO”. E será que nós temos mesmo, moeda de troca com Deus? É o que veremos!
E é na Lei que vamos encontrar os dízimos e é sobre as Leis versus a Graça,  que vamos entender e esclarecer a questão dos dízimos.
Calma! ´calma! pois, chegaremos lá!  
A BIBLIA É PROGRESSIVA, e assim sendo, vamos começar do começo e ir avançando progressivamente, à medida que a historia também avança.
A Bíblia lidava com tipos, figuras, símbolos e, sombras, dos quais vamos explicando, progressivamente e detalhadamente, passo a passo, de acordo com o desenrolar da historia biblica.  
Deus começa a Bíblia contando a historia da criação, e entre ela, a criação do homem Adão e Eva. Deus continua contando...e chega no divisor de águas, que é a contaminação com o pecado. Daí por diante, a historia revela Jesus Cristo, tipologicamente,  em função dos pecadores. (Tipo é, algo que se usa para produzir outras semelhantes, modelo, metáfora).
Quando Deus matou um animal para tirar a pele e cozer vestes para o casal no Edem (Gênesis 3:21), aquele animal certamente era um cordeiro, pois, era um tipo, e uma pré-figuração de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que viria mais tarde, e que seria morto,  para vestir os que à Ele recebem, com suas as vestes de justiça, de salvação e de santidade (vestes do Cordeiro de Deus, imolado).
Aquele animal era o tipo, e a Realidade que é Jesus Cristo, é o antí-tipo. Este é apenas um exemplo de tipos e antítipo, da Bíblia. Ou seja, primeiro ela mostra os tipos, e mais tarde, a Realidade ou antítipo. Ou seja, no Velho Testamento encontramos os tipos, as sombras;  no Novo Testamento, o antítipo, a realidade.
Ali, no Edem então, por ocasião do evento da contaminação com o pecado, Deus anunciou o Salvador (Gênesis 3:15), que viria para resolver a encrenca que o homem arrumou contra ele mesmo, comendo o fruto da arvore proibida, do conhecimento do bem e do mal.
Ao pecar, o homem desconectou-se de Deus, e far-se-ia necessário, alguém ser morto no lugar do pecador, afim de reconciliar novamente esse homem, sua obra prima, com Ele, o Criador. Do contrario, o homem que agora é um réu, porque infringiu uma determinação de Deus, seria condenado à morte perpétua, definitivamente.
Porem, o Édito (Decreto de Lei) de Deus ao fazer o homem à sua imagem e semelhança, o impossibitava de morrer, porque deveria ser eterno, assim como é eterno, seu Criador. O impasse era grande demais, e, fora da morte do Filho de Deus, também Deus, não haveria solução.           E, como Deus não morre e não pode morrer, necessario se fez, seu Filho nascer como homem, porem, sem o principio ativo do pecado, que é a natureza caída;  para ombrear com os pecados dos homens e morrer no seu lugar. Assim, a culpa de um réu condenado à morte, foi paga, e esse réu pôde agora, ser absolvido de sua infração, punição e sentença mortal e definitiva.
Na ressurreição, a morte não pôde reter na sepultura, o autor da vida, e por Ele temos a vida, e com Ele também ressurgiremos para a vida eterna(Romanos 8: 11 e Romanos 6:5,6,7).
Para que o homem fosse novamente reconciliado com o Criador, alguém teria que levar todos os pecados dos homens nas costas, alem de que , teria que satisfazer plenamente todas as exigências de justiça e de santidade de Deus. O homem estava corrompido, sujo, fétido, manchado, e necessário era que alguém limpo, sem mácula, sem pecado, sem ruga, sem defeito algum, morresse no lugar desse pecador, afim de vencer a morte, que era a severa, radical e definitiva punição e separação de Deus.
O homem tornou se réu, do qual, nenhum advogado, promotor ou Juiz, poderia absolvê-lo.    E aí, entra Jesus  no lugar do réu, cumprindo sua pena e pagando sua divida,  para absolvição definitiva e eterna (Colossenses 2 verso 14)..
Como todos, vieram da raiz de Adão e contaminados com o pecado dele, fazer-se-ia necessário, um que viesse da raiz do próprio Deus, sem pecado, mas que fizesse pecado, para vencer a morte que separava o homem, definitivamente de seu Deus e criador.
Todo homem que nasce na geração de Adão, nasce pecador, porem, todo homem que nasce na geração de Cristo, nasce redimido. Este é o novo nascimento, nascer de Jesus Cristo, que é á água da vida e do Espírito.
Jesus Cristo foi o único que na cruz satisfez todas as exigências de santidade, de justiça  e de todos os atributos de Deus; e assim, quando o pecador recebe a Cristo, miraculosamente satisfaz, em Jesus Cristo, todas as exigencias e atributos do Pai, porque é limpo, lavado, alvejado,  perfumado e purificado pela lavagem no Sangue do Filho,  afim de que sejais agora, entregues “santos” ao Pai,, e deste modo; a comunhão é restabelecida. Esta garantia está em Jesus Cristo, e jamais em nós mesmos.
O homem não tinha e ainda não tem, préstimos, para auto responsabilizar por sua salvação. A decisão e a ação de voltar para seu Deus, estava fora de propósitos, porque agora, ele estava morto espiritualmente, nos delitos e pecados (Efésios  2:1).
Verificamos então que, a salvação, a remissão, a justificação, a santificação, são únicos e exclusivamente pelos méritos de Cristo. Definitivamente, não há  méritos no homem. A única obra que Deus aceita para salvação, remissão, justificação e santificação, está nos ombros e nos lombos do Filho de Deus.
Se a frase, provérbio ou ditado, “largatixa tomando sol nas costas de jacaré” for efetiva, nada mais é que, nós pecadores, desfrutando dos favores de Deus, nas costas de Jesus Cristo.    
Isto é Evangelho! Maravilhoso Evangelho! Excelente Evangelho da Graça!
Sem passar por Jesus Cristo e ter os pecados perdoados, e o homem lavado, alvejado, perfumado e purificado, ninguém vai à Deus, por melhor que esse seja. O Pai, por ser tremendamente santo, não abraça ninguém sujo, fétido, manchado, corrompido, mas todos podem abraçar a Seu Filho também santo, que tornou-se homem, para lavar, santificar, justificar e purificar os homens, e assim podemos abraçar o Pai; e assim, jamais morremos, e assim, temos vida, a vida eterna        (1ª João 1 verso 2).
Vide 1ª João capitulo 1 verso 7 que diz: “...e o Sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado”.
Muito bem! Agora havia esperança e uma promessa de um Salvador, que iria resolver o problema, derrubar o muro que separava o homem de Deus, muro esse cujo nome é “pecado”.
E a historia continua no tempo; sabendo que,  na atemporalidade, Deus já via tudo, pois, para Ele não há conceito de passado e futuro, porque Ele tudo vê, no presente.

Adão e Eva povoaram o mundo, e assim os homens foram nascendo, crescendo e cada vez mais se afastavam do seu Criador. Mas, como Deus não tem pressa, porque ele tudo vê no presente, a historia foi se alongando, progressivamente, mostrando que Deus não muda, e que o homem, não melhora.
Passaram-se os séculos e chegou um tempo em que a medida de Deus encheu, e com esse ápice e saturação, Deus resolveu acabar com a humanidade, porem, como Ele amava sua obra prima, obra essa que Ele fez para sua propria gloria, separou oito pessoas, oriundas de um homem cujo coração era integro e temente à Deus.
Esta família, era Noé, a esposa, três filhos, e três noras. (vide Gênesis, todo o capitulo 6)
Veio então, com o diluvio, o primeiro julgamento universal, onde salvaram-se apenas essa família, que começou novamente a povoar a terra.
E o Salvador? Será que Deus tinha se esquecido da promessa de um Salvador? Não! A promessa continuava de pé! Deus não mente! Deus não tem pressa! Deus é fiel!
E a humanidade foi tomando conta da terra novamente, especialmente no Oriente Médio. E cada vez mais, se corrompendo com os deuses pagãos (idolatria), o que Deus abomina.
Chegou a plenitude daqueles tempos, em que Deus achou por bem preparar uma família para gerar, dar a luz e introduzir o Salvador na humanidade, pois, lá em Gênesis 3:15, Ele anunciara que esse Salvador nasceria de uma mulher, virgem.
Como a humanidade em geral, estava terrivelmente corrompida com os deuses, Jesus Cristo jamais poderia nascer desses povos politeístas (politeísmo significa,  muitos deuses- (poli=muitos ou vários, e,  Teo=Deus).
Ele precisava de um povo que fosse monoteísta (mono significa um, e teista, significa Deus), ou seja, um povo cujo Deus fosse único, porque Ele não dá a sua gloria à outro (Isaias 42:8).
Então, o que Deus fez? Havia na terra de Ur dos Caldeus, hoje, no Iraque-Oriente Médio, (e foi ali que começou as primeira civilizações), um homem cujo coração satisfazia as exigências monoteístas, de Deus. Esse homem foi Abrão. . 
Deus precisava começar um povo monoteísta, separado para Ele mesmo, afim de introduzir seu Filho na humanidade, por meio de uma mulher, também monoteista (A virgem Maria era monoteista. Ela era da Tribo de Judá, bisneto de Abraão). E para isto então, Ele deveria começar com uma família, cujo coração, crença e fé, fossem monoteístas, e jamais politeístas.

Todos os povos de um modo geral, se contaminavam com os deuses. Mas, Deus ´precisava de um povo monoteísta, de um povo que chamasse pelo Deus unico; Deus esse que os  povos em geral não conheciam e muito menos, chamava pelo seu Nome(Isaias 65:1). Como então, resolver a questão, o impasse? Para Deus não há impossível! O diabo trabalha num nível 10, e Deus trabalha num nível  infinitamente maior e acima.
E FOI AÍ, DE ABRÃO, QUE ELE DEU ORIGEM , COMEÇANDO UM OUTRO POVO NA FACE DA TERRA, POVO ESSE QUE,  INTRODUZIU  O SALVADOR, NA HUMANIDADE.     DEUS ABRIU UM PARÊNTESE NA HISTORIA, AFIM DE GERAR UM POVO PARA ELE MESMO, UM POVO MONOTEISTA.
Calma! já estamos quase chegando nos dizimos!
Deus mandou então, que esse homem (Abraão) saísse de sua parentela (hoje no Iraque) que era politeístas e fosse para uma terra desconhecida, onde hoje é a Palestina. O pai de Abrão, Terá, era politeísta (Josué 24:2-3), porem, Abraão, não!
Incrivelmente, Deus conhece e sonda os corações dos homens. Os judeus, os descendentes físicos do patriarca,  tem um conhecimento, onde eles dizem que Abraão, desde tenra idade, já combatia os deuses de seu pai,  Terá.   
Será que o monoteísmo do pequeno Abrão, passava despercebido diante do Senhor? Não! Claro que não!.
Então, Abrão saiu com sua esposa Sara, de Ur dos Caldeus, na Mesopotâmia, hoje o Iraque, e  começou, pela fé, SEM UMA ÚNICA VISÃO SEQUER, a peregrinar, até chegar em Canaã, onde hoje, é a Palestina.     E DEUS MUITO AGRADOU DESSA FÉ.
A partir do casal Abraão e Sara, Deus começou então, um povo e uma nação peculiar, separados e escolhidos por Ele, um povo que deveria ser totalmente monoteísta e  separados dos outros povos politeístas, afim de trazer ao mundo, o Salvador da humanidade, como nos revela Genesis 3:15, que já dissemos.

Daí então, Abraão e Sara geraram, Isaque, que gerou Jacó, que gerou 12 filhos, e entre eles, José.  E de Jose, a historia continua. Esse moço foi vendido pelos seus irmãos, como escravo, para o Rei do Egito (Gênesis capitulo 37), seus irmãos mais tarde foram também para o Egito, e lá sofreram, para aprender a humildade e a reconhecer seu Deus, o Deus de Israel. Esse povo precisava ser humilde bastante para diferenciar o Deus Todo Poderoso, dos deuses dos homens, e foi lá no Egito que eles primeiro conheceram os deuses, para aprender a discernir o valor do Deus da verdade, o Deus de seus pais, Abraão, Isaque e Jacó.
400 anos mais tarde eles já eram aos milhares, e entre esses milhares estava Moises, um tremendo homem hebreu, nascido de entre esse povo de Deus, todos oriundos de Abraão e Sara.
Chegou então, a hora de Deus começar a provar esse povo, afim de prepara-los para o monoteísmo, a santidade, a justiça e o grande momento de introduzir o Filho de Deus na humanidade. Enquanto isto, os demais povos, politeístas e corrompidos com os deuses, continuavam também crescendo assustadoramente, e se corrompendo cada vez mais com seus deuses, num relacionamento do qual a Bíblia chama de prostituição espiritual, que é a idolatria.
Temos agora então, dois povos na terra e na historia, os monoteístas e os politeístas, ou seja, os hebreus e as nações em geral (gentios).
Apesar de que, o povo hebreu (Hebreu vem da raiz, Abraão), às vezes se bandeavam para o politeísmo, eles assim faziam por sedução, incredulidade e oportunismo; entretanto, por natureza, eles eram monoteístas, porque eram frutos de pais monoteístas.  
E a historia continua. Moises, pelo poder de Deus, tirou esse povo do Egito, e os levou para a terra de Canaã, onde manava leite e mel.
Esse povo deu muito trabalho para Deus e Moises, por causa do politeísmo que aprendera no Egito. E por falta de fé em um único Deus, o Deus de seus pais, Abraão, Isaque e Jacó, eles se corrompiam, servindo, por sedução e conveniência, outros deuses, os deuses do Egito. E por causa de sua incredulidade, apenas os remanescentes (os filhos), entraram nessa terra, a Terra de Canaã, com Josué.  
(Canaã era o lugar, onde  hoje é a Palestina). Essa Terra foi dada à Abraão e seus descendentes físicos, perpetuamente, eternamente, por promessa de Deus  (Gênesis 12:7 – 15:18 e 17:8).  Eis aí a razão do conflito no Oriente Médio entre judeus e árabes.  Verificamos então, que aquela terra é por direito, dos judeus.  Aquele povo e aquela terra tem uma historia peculiar com o Filho de Deus.     Eis aí, os motivos de todo o conflito, que já dura 4 mil anos e só vai terminar, com a volta do Filho de Deus, para resgatar Jerusalém, quando todo Israel será salvo (Romanos 11:26.
Por 40 anos, eles moraram  no deserto.   Moises faleceu, e Josué tomou o seu lugar.
Josué, apesar de ter nascido e vivido no Egito, não se contaminava com a idolatria dos Egipcios.
Esse homem (Josué´) então, introduziu o povo de Deus, os hebreus, na Terra prometida à Abraão e seus descendentes fisicos, terra esta, de Canaã, como já dissemos, onde hoje é a Palestina. E aí está um dos motivos pelo qual, os árabes, querem tomar aquela terra para fazer dali, um Estado palestino árabe. Os árabes tambem são filhos de Abrão, mas não com Sara, e sim, com a escrava egipcia, Agar. Porem, a promessa de Deus, de beneficiar todas as nações da terra, era de Abraão, com Sara, a esposa legitima (Romanos 9:7 e Gálatas 4:21 ao 31). Leiam, porque estas passagens são extremamente esclarecedoras.
Aquela terra, nação e povo  de Israel tem peculiaridades inerentes ao próprio Deus. Tudo e todos de, e, em Israel, estão intimamente ligados ao próprio Deus e seu Filho, para todo o sempre. 
Apesar desse povo agora, por meio de Josué, estar em sua própria terra que Deus lhes dera, havia outros povos ao seu redor, como por exemplo, a Assíria, a Babilônia, o Egito, a Arábia, etc.
E Deus precisava agora, separar seu povo dos demais povos ao seu redor, afim de que eles não fossem para os seus deuses, mas que, fossem santos, afim de se unirem ao Senhor seu Deus e criador, para gerar, dar a luz e assim, introduzir o salvador na humanidade.
E para isto, Deus precisou criar Leis que distanciassem os hebreus dos demais povos. Esse povo jamais poderia se contaminar com os deuses e a idolatria dos outros povos, porque esse povo deveria ser santo, separado, uma semente não contaminada, especial, para uma linhagem tambem especial, e só assim, estariam prontos para trazer o salvador ao mundo, a Pessoa mais especial, da qual o mundo não é digno, oriundo da semente e linhagem desse povo.
Desde Moises, no deserto, Deus começou a estabelecer Leis, que separassem e distinguissem esse povo, dos demais povos.
No Sinai, especificamente, no Monte Horebe, um monte do Sinai, Deus deu o decálogo que são os 10 mandamentos (Deuteronomio5). Enquanto os povos idolatras não tinham nenhuma Lei, os hebreus tinham agora as Leis, que os separavam dos outros povos, que os faziam santos e únicos e prontos para gerar e dar à luz ao Filho de Deus. Nessas Leis incluíam também as dietas, afim de que os hebreus não comessem com os gentios (povos pagãos/idolatras). Os hebreus não deveriam comer com os gentios, para que não enamorassem suas mulheres, e essas os induzissem à idolatria. 
E Deus foi estabelecendo as Leis. Ao todo, os hebreus tinham 613 leis, entre mandamentos e proibições, que os faziam diferentes e separados dos povos pagãos (politeístas).

Calma! Calma!.. AGORA SIM, CHEGAMOS NOS DIZIMOS.
Quando Josué, o homem que sucedeu Moises, entrou com o povo na terra prometida, a terra de Canaã, então Deus mandou Josué repartir a terra entre as 12 Tribos, ou seja, entre os doze filhos do patriarca Jacó, neto de Abraão, com suas respectivas famílias.  (Abrindo aqui um parêntese para esclarecer que, Jacó teve o nome trocado para Israel -Gênesis 32:28).  Israel quer dizer: “O homem que vê Deus”, uma referencia para sua luta com o anjo em Gênesis 28 e uma profecia de que eles, Israel,  veriam por legitimidade e hereditariedade, Jesus Cristo-Deus.
A Terra de Canaã incluia todo o Territorio da Palestina hoje, e, desde a margem direita à margem esquerda do Rio Jordão em Israel, era Canaã.  Ou seja, desde a margem direita (visto de nossa perspectiva), do Rio Jordão que vai até o Rio Eufrates divisa de Israel com o Iraque, e desde a margem esquerda do mesmo Rio até o limite do Grande Mar ou Mar Mediterrânio, estendendo até o Rio Nilo no Egito, são terras que pertencem a Israel e aos judeus, dadas pelo proprio Deus em possessão eterna (Genesis 15:18); mas que hoje, está sendo cobiçada e usurpada pelos árabes.
E assim Josué foi divindo a terra entre os filhos de Jacó (Israel) e fazendo os assentamentos, ou seja, assentando as familias dos filhos de Jacó, em suas porções de terra, respectivamente.
Os filhos de Jacó que eram doze, e que são as 12 Tribos de Israel, foram ganhando terras para plantar e produzir. Cada um deles, recebeu um bom pedaço de terra, suficiente para viver bem, (lembrando que a terra era a mais próspera do mundo e manava leite e mel). Todos ganharam terra, com exceção da Tribo de Levi, que não recebeu nenhuma porção da terra, porque Deus dissera que essa Tribo, teria como herança, não coisas terrenas,  mas o próprio Deus de Israel (Deuteronomio  18, verso 1, 2, 5,).
Podemos verificar aqui que, a igreja tem um ponto em comum com os levitas, apesar de que, a igreja não é oriunda da Tribo de Levi, mas, de forma indireta e espiritualmente falando,  da Tribo de Judá, porque Jesus era da Tribo de Judá, nós temos esse algo em comum com os levitas, porque semelhantemente à eles, a herança de Deus para nós, não é terrena mas, celestial, porque nossa herança, tambem, é o Senhor, pois somos co-herdeiros com Cristo (Romanos 8:17).

ENTÃO, PORQUE FOI MESMO QUE DEUS NÃO PERMITIU DAR À LEVI E SEUS DESCENDENTES, UMA PORÇÃO DA TERRA?
Essa tribo foi separada para o sacerdócio santo. Como? Sua separação era afim de que eles servissem no Templo Sagrado em Jerusalém.  Eles viveriam no Templo, tempo integral, e se alimentariam  de recompensas  pelos serviços prestados no Templo. (veja Numeros 18:20 ao 32).
E assim, de Arão, o irmão de Moises,  ambos oriundos da Tribo de Levi, um dos filhos de Jacó, Deus tirou o sacerdócio, também denominados de levitas.  De Arão saiu os sacerdotes, os sumos sacerdotes, e os demais levitas, que perfaziam o quadro sacerdotal, incluindo os cantores, os músicos, os porteiros, os faxineiros e demais que serviam no Templo.
O Templo era o lugar sagrado, em Jerusalém-Israel, onde deveria conter a Arca da Aliança, pois era dali, da Arca, que Deus falava com o povo, por meio dos  sacerdotes, que acessavam a Deus, pelo povo. Hoje não mais pecisamos ir a um "sacerdote" ou profeta, para acessar a Deus por nós, porque o proprio Jesus é o sumo sacerdote e o mediador entre nós e Deus. Por meio Dele acessamos a Deus, e não mais por meio de "sacerdotes" e profetas. Quando Jesus disse, Pai, tudo está consumado, e morreu (João 19:30), o veu do Templo, que separava o atrio do povo, das salas do Santo e do Santissimo onde somente os sacerdotes e sumos sacerdotes respectivamente, podiam entrar, rasgou-se de alto abaixo (Marcos 15:38), e a entrada agora passou a ser franca a todos que receberem o Sumo Sacerdote Jesus Cristo. É por meio Dele que entramos agora no Santuario de Deus.  
Jesus levou cativo o cativeiro (da Lei), e deu dons aos homens conforme nos revela Efesios 4:8, e, profeticamente, Salmos 68:18.

Naquele tempo, o Espírito Santo ainda não estava na terra, e muito menos, tabernaculava os homens, pois, este evento se deu depois da morte, ressusreição e ascensão de Cristo, quando em Atos 2, eles receberam, na festa de Pentecostes, a descida do Espírito Santo. O Espírito de Deus pairava sobre os homens, mas não habitava os homens como é hoje, onde os homens são Templos do Espírito Santo. O Templo de Deus hoje, é o espirito do homem, e não mais a Arca, ou lugares de quatro paredes (Atos 17:24).

CONTINUANDO ENTÃO, COMO SERIA POSSÍVEL, OS LEVITAS,  PRODUZIR PARA SOBREVIVER, SE ELES NÃO RECEBERAM TERRAS?
FOI ENTÃO, FACE A ESTA NECESSIDADE, QUE DEUS INSTITUIU OS DÍZIMOS. Todas as demais onze tribos de Israel deveriam tirar da colheita e da produção de animais, uma parte primeiro (primicias), e entregar aos levitas, no Templo, para seus sustentos. Os levitas, que eram, e repetindo, os cantores, os músicos, os porteiros, os faxineiros, os matadores dos animais para o sacrifício que simbolizavam o sacrifício de Jesus Cristo, recebiam os dízimos do povo, todos das demais tribos, e desses dízimos, todos em bens de consumo, ou seja, alimentos, os levitas comuns repassavam 10% aos sacerdotes e sumo sacerdotes, para seu sustento e de suas famílias conforme nos revela Deuteronômio capitulo 14, versos 22 ao 29.  
Recapitulando, os 10% repassados aos sacerdotes que entravam no lugares santo e santissimo, eram chamados de dízimos dos dízimos (Os sacerdotes não recebiam os dízimos do povo, pois essa função era dos porteiros, dos cantores, dos faxineiros, dos... e assim por diante). Os dizimos dos dízimos eram repassados aos sacerdotes, internamente. Esse repasse não era publico, mas privado e interno. 
(Veja os deveres e direitos dos sacerdotes e dos levitas em Numeros 18:20 ao 31).

A Terra era extremamente prospera e dava para sustentar a todos, inclusive aos pobres fora do Templo, e até estrangeiros que passassem por ali.
A cada 6 anos, no sétimo ano, Deus ordenara que eles deixassem a terra descansar, e nesse sétimo ano, não havia os dízimos, porque a terra não produzia, pois, estava descansando. E mesmo assim, Deus ordenara que eles não encolhessem as mãos aos pobres e estrangeiros (Deuteronomio 15, versos 6 ao 11). 
Com a obediencia dos dízimos e suas respectivas funções que visavam o sustento não apenas dos levitas, como também dos pobres, órfãos e viuvas,  e estrangeiros necessitados,  Deus jamais deixaria os celeiros deles vazios, porque a terra seria próspera.  

E quando o Senhor disse que eles estavam roubando de Deus, era porque, bem mais tarde, já perto de Jesus chegar neste mundo como  homem, o povo foi se esquecendo dos mandamentos, os dízimos eram esquecidos, e os sacerdotes estavam passando necessidades, e por esta razão, os sacerdotes aceitavam como oferta de dízimos e sacrifícios, animais doentes, aleijados, com manchas, com defeito, entre outros não dignos, porque os animais que eram sacrificados no Templo eram uma pré-figuração de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus, sem defeito, sem mancha, sem nenhum problema.
Então Deus usou o profeta Malaquias, um hebreu,  para adverti-los contra essa má conduta e atitude, acrescentando que eles poderiam fazer prova Dele, desde que fossem obedientes à Lei dos dizimos Ou seja, desde que eles retornassem à obediência dos dízimos e seu uso correto (Malaquias 3:05, e esta parte alguns pregadores omitem), Deus repreenderia o devorador, e suas colheitas,  produção de alimentos, cereais e carnes, seriam  abundantes. Tanto que, eles poderiam fazer prova de Deus, caso a abundancia não fosse ipsis litteris (literal, efetiva), mediante sua obediência dessa clausula da lei, os dízimos com seu uso correto, conforme Deuteronômio 14:versos 22 ao 29).

Recapitulando, esses dízimos eram também em beneficio dos pobres, dos órfãos, das viúvas e de estrangeiros na sua porta. Por ocasião da visita no Templo, para adorar a Deus, os dizimistas poderiam comer dos dízimos, juntamente com os levitas, conforme nos revela Deuteronômio 14: verso 26.
De 3 em 3 anos, os dízimos eram recolhidos, especialmente, em função dos pobres, das viúvas, dos órfãos,  e dos estrangeiros necessitados, que estivessem ali na sua porta (Dt 14:28).
Ratificando, não havia dízimos em dinheiro (vide Deuteronômio 14, versos 24 e 25). O dizimos eram entregues em bens de consumo, para alimento dos levitas, dos pobres, dos estrangeiros e até dos próprios dizimistas, quando esses viessem de longe e durante sua estadia para a adoração no Templo Sagrado em Jerusalem (veja Deuteronômio 14:22-23).
Alguém pode replicar dizendo que naquele tempo não havia moeda ou dinheiro. Se observarmos o contexto de Deuteronômio 14 versos 22 ao 29, vamos ver que havia dinheiro sim!

VEJAMOS AGORA, A TRANSIÇÃO DA LEI MOSAICA,  PARA A GRAÇA E AS LEIS DE CRISTO, QUE É O GRANDE DIVISOR DE ÁGUAS NA HISTORIA DA HUMANIDADE.      DE LÁ PARA CÁ, O MUNDO NUNCA MAIS FOI O MESMO, PORQUE AGORA OS HOMENS VIRAM GRANDE LUZ, A LUZ DO EVANGELHO DE CRISTO, A REALIDADE QUE CHEGOU E DISSIPOU AS SOMBRAS:
 O apostolo Paulo explica em Galatas e em Colossenses , juntamente com o autor de Hebreus (10:1ao18), que tudo ali, no passado, ou seja, no Velho Testamento, também chamado de Velha Aliança, eram sombras dos bens futuros. E que bens futuros eram esses?  Jesus Cristo e o Espírito Santo, agora numa Nova Aliança, também chamado de Novo Testamento.
Se tudo eram sombras, e agora é Realidade e diante dos fatos, a Realidade chegou e desmanchou as sombras, como voltar à Lei e aplicar os dizimos? É mais ou menos assim: Alguém vindo ao longe, projetando sua sombra que vai chegando, chegando, diminuindo, e que ao chegar, a sombra desaparece, porque o original chegou. Entendeu?  Assim, tudo no Velho Testamento eram sombras de Jesus Cristo. Ele chegou, e as sombras desapareceram.     Jesus é o cerne de toda a Biblia, tudo gira em torno Dele em função dos homens pecadores; porem, antes de sua primeira vinda à este mundo como homem, Ele era revelado por meio de tipos e sombras.
A Realidade que é Cristo, o Espírito Santo e a excelência da Nova Aliança no Sangue, não mais, uma aliança cujos mandamentos o povo não deu conta de cumprir na sua totalidade,  chegou, para desmanchar as sombras. É isto que nos revela Paulo, o apostolo aos gentios (gentios, povos politeístas, fora da comunidade de Israel). O VELHO TESTAMENTO MOSTRAVA AS SOMBRAS, E O NOVO TESTAMENTO MOSTRA O ORIGINAL, A REALIDADE.  Entendeu como a Bíblia é progressiva? 
É COMO A AURORA QUE VAI BRILHANDO MAIS E MAIS, ATÉ SER DIA PERFEITO.

Irmão, enquanto voce não descobrir e discernir as cartas de Paulo em Gálatas, Hebreus, Romanos, Colossenses, jamais vai entender a excelência da Nova Aliança no Sangue de Jesus Cristo e jamais vai descobrir e entender a transição das sombras, para a Graça,  e da Velha Aliança para a Nova Aliança.     Nessas cartas, Paulo explica que, a Realidade chegou e dissipou as sombras, e que hoje, os mandamentos são outros. No passado a Lei era um fardo pesado sobre Israel;  na Graça, portanto, não mais é imposto esse fardo, porque Jesus cumpriu a Lei, e agora seu fardo é leve e o jugo é suave. Jesus simplificou tudo para que adoremos ao Pai em espirito, pelo Espirito, porem, certos pregadores voltam ao jugo e fardo pesado da Lei, colocando peso nos crentes, assim como faziam os fariseus (Mateus 23:3-4).

As leis, cujas cláusulas englobavam os dízimos, foram dissipadas, com a chegada e a presença do original, da Realidade.  (Sombras  significam, vestígios, leve aparência.  Realidade significa, existência efetiva, real). 

Se temos que cumprir o mandamento dos dizimos, temos tambem que cumprir o mandamento de guardar os sábados, e assim, os Adventistas do Setimo Dia, estariam com a razão, pois, os dois mandamentos pertenciam à Lei para Israel, porque a igreja ainda era misterio, ou seja, ainda não havia sido revelada.
Lembra que eu disse que a Bíblia é Progressiva? Pois é! Hoje, nós já estamos quase chegando no Monte Sião, o Monte Santo de Deus, e na Nova Jerusalém celestial, e muitos ainda querem permanecer no Monte Sinai (Horebe), onde Moises recebeu as Leis, há quase 4 mil anos atras.

Em Gálatas capitulo 3, versículos 21 ao 29, Paulo esclarece que, a Lei os serviu de “aio”, tutela, proteção, até que viesse a fé em Cristo. Uma das funções das Leis, tanto cerimonial,, quanto a civil e a moral, eram  separar,  proteger os hebreus, dos gentios, e uni-los à Deus. E que vindo a fé em Cristo, já não estamos mais debaixo do “AIO “ da Tutela da Lei vétero testamentária. Hoje, o justo não vive mais da Lei, mas da fé em  Deus por intermédio de JesusCristo, conforme nos revela Paulo em Gálatas 3:11; Hebreus 10:38; Romanos 1:17 onde diz: “O justo vive da fé, em Cristo”.    Nosso "AIO" tutor ou proteção que nos une a Deus hoje, é Cristo e não mais, a Lei!
Em Hebreus 7 verso 12, o autor esclarece que, mudando o sacerdócio, tnecessariamente tambem, se faz mudança da Lei. O sacerdócio vétero testamentário tinha como mediador, Moises, a sombra, enquanto que o sacerdócio neo-testamentario, tem como mediador, Jesus Cristo,  Realidade que chegou e desfez as sombras.  (1º Timoteo 2 verso 5).

UMA PERGUNTA CURIOSA: Será que voces já descobriram que Moises era um tipo e sombra de Jesus Cristo? Muito bem!  Moises foi um tipo e sombra Jesus Cristo sim!


Sendo assim, a Lei cuja clausulas  incluiam os dízimos, mudou. Assim tambem, é a questão da guarda e do descanso dos sábados, que eram sombram e apontavam para o descanso em Jesus Cristo que nos une à Deus. Os Adventistas do Setimo dia tem os olhos cegos para esta realidade. Porque? É porque eles precisam defender e sustentar as "visões e revelações" de sua profetiza, Ellen White. 

Voltando ao assunto alguem poderia dizer: Ah! mas, porque Jesus então disse aos farizeus, em Mateus 23 verso 23, que eles deveriam entregar os dízimos?
A mesma Bíblia que fala dos dízimos no passado, também diz que Jesus veio cumprir a Lei em  nosso lugar, porque os homens não deram conta de cumprir toda a Lei. Por isto, Jesus Cristo veio cumprir a Lei (Mateus 5:17). Tanto que, no seu oitavo dia, de acordo com a Lei, Ele foi circuncidado no Templo, e seus pais ofereceram ali, no Templo, um sacrifício de pombinhos e rolinhas, sacrifícios estes, de pobres, pois, os mais abastados ofereciam animais nobres.  (Vide Lucas 2:22,23e24).
Romanos 10:4, nos revela que, O FIM DA LEI É CRISTO. A palavra "FIM" não apenas é uma referencia para "FINALIDADE", como tambem para, "TÉRMINO". Portanto, a Lei do passado, foi cumprida na sua plenitude por Jesus Cristo que inseriu agora, nova Lei, a Lei do Espirito de Deus, que resumem em apenas dois mandamentos (Mateus 22:36-40), e quem cumpre estes dois mandamentos, cumpre tambem toda a Lei. 
A guarda dos sábados, pertenciam à mesma Lei que incluía os dízimos. Então, se devemos considerar o mandamento dos dízimos, devemos também considerar a guarda dos sábados, e assim os Adventistas do Sétimo Dia, estariam corretos. 
Não entendo a razão pela qual os pastores pregam os dízimos e não pregam a guarda dos sábados, se ambos eram Decreto de Lei.

Verificamos então, a progressão da Bíblia.  Ainda hoje estamos caminhando; a historia não parou. Logo, logo, estaremos chegando em Apocalipse, e ali, termina o governo humano e entra o Governo Teocrático, o governo de Jesus Cristo, quando este Reino será entregue ao Senhor Jesus Cristo (Apocalipse 11:15)

E OS DIZIMOS? AINDA NÃO FICOU CLARO!
Durante toda a vida terrena de Jesus Cristo, que é legitimamente judeu (hebreu), a igreja ainda não havia sido revelada (Colossenses 1:26), e assim,  a Lei vétero testamentária ainda vigorava. 
Foi quando Jesus expirou e o VÉU DO TEMPLO, rasgou-se de cima, àbaixo, que ali, Deus rompeu com as Leis e entrou a Graça. Agora, por meio de Jesus Cristo, todos podem entrar no Santissimo lugar, onde somente os sumos sacerdotes entravam uma vez por ano. Ali, no lugar Santissimo, onde estava a Arca da Aliança, ninguem mais, alem dos sumos sacerdotes, poderiam entrar, porque se entrasse, morreria no ato. Este lugar santo, agora, está aberto e a entrada é franca, porque Jesus, o Santos dos Santos, conquistou-nos esta vitória. 

ESTE FOI O GRANDIOSO "DIVISOR DE ÁGUAS", RESPONSÁVEL PELA TRANSIÇÃO DA DISPENSAÇÃO OU ERA, DA LEI, PARA A DISPENSAÇÃO OU ERA, DA GRAÇA.
A igreja, um terceiro povo, (lembra que o primeiro povo era as nações em geral, e o segundo, os israelitas)? Pois é, a igreja é o terceiro povo que Deus introduziu na historia da  humanidade (Atos 2). 
Lembrando que, com a progressão da historia, antes haviam as nações em geral, depois, os hebreus e agora, a igreja.
Então, em toda sua vida terrena, Jesus viveu debaixo da Lei vetero testamentária. Ele nasceu judeu, viveu como judeu, pregou como judeu e cumpriu a lei dos judeus, que incluía os dízimos, a guarda dos sabados, entre outras cláusulss mais, que não vamos tratar aqui.
Somente na morte e ressusreição de Cristo, foi que a igreja nasceu, sendo revelada em Atos 2, dez dias  após a sua ascensão.  E aí, tudo mudou, conforme nos revela as cartas dos apostolos, principalmente as de Paulo.
Quando Jesus expirou e gritou: "Pai! tudo está consumado! Houve ali um divisor de águas, e a transição da Lei para a Graça imensurável, cujas leis agora, são do Espirito Santo, gravadas nos corações e não mais em pedras ou tábuas. 
Com o nascimento da igreja, tudo mudou. As Leis agora são do Espírito Santo que nos conduz à Cristo. Essa Lei resume em apenas 2 mandamentos: “Amarás a Deus em primeiro lugar, com todo seu entendimento e sua alma, e o segundo, amarás o teu proximo como a ti mesmo”  Nestes dois mandamentos resume toda a Lei vétero testamentária (Mateus 22 dos versos 37 ao 40).
“LEVAI AS CARGAS UNS DOS OUTROS E ASSIM CUMPRIREIS A LEI DE CRISTO” (GÁLATAS 6, VERSÍCULOS 2 E 3).
Concluindo, todas as diretrizes para a igreja estão nas Epistolas que são as cartas, principalmente as do apostolo Paulo, o apostolo enviado aos gentios, (povos de outras nações fora da comunidade de Israel). A igreja, na sua grande maioria, é formada por gentios, povos antes, politeístas e que NÃO tem na carne o DNA de Abraão e Sara, mas que, são seus descendentes, na fé e no espírito, pelo Espirito. 

Ratificando, somos descendentes de Abrão, no espirito e na fé, não na carne.

A igreja co-participa das bênçãos prometidas aos descendentes físicos de Abraão, espiritualmente e por causa da fé.   Assim como o patriarca foi justificado pela fé, assim também é com a igreja, que é justificada pela fé no Deus, do crente Abraão.
Não foi a igreja quem introduziu Jesus Cristo-Homem, na humanidade, mas Israel.  Nós, da igreja, o levamos aos povos, por meio do Evangelho e não por meio de um parto literal. Porem, Israel sim, introduziu o Salvador na humanidade por meio de parto literal, tanto que a própria Bíblia diz que,  A Salvação Vem Dos Judeus (João 4:22).

Voce não vai encontrar nada sobre a igreja no Velho Testamento, apesar de que, podemos tirar passagens ali que beneficiam a igreja.  Porque? É porque a própria Bíblia diz que a igreja, naqueles tempos, era mistério, escondido dos profetas, dos Reis e dos sacerdotes, e que foi revelado aos apóstolos, principalmente Paulo. Podemos sim, enxergar por discernimento e sombras, algo que pode-se dar idéia sobre a igreja, porem, esta ainda era mistério. Como por exemplo, a historia de Jó, que muito se identifica com a igreja. Jó foi ensinado a viver pela fé. Apesar de reto, integro e temente a Deus, Jó deu testemuno e foi justificado não por seus altares que levantava, mas pela fé no seu unico Deus. Assim tambem é a igreja, que vive por fé, e não por altares que possam se levantar em favor dos pecadores.   
Paulo recebeu toda a revelação da Nova Aliança em Cristo, por ocasião de sua ida no terceiro céu (2º Corintios capitulo 12). Paulo foi o apostolo que entendeu plenamente, e de cara,  o Evangelho. Os demais como Pedro e Tiago, foram preciso ser ensinados por Paulo (Galatas 2).     Paulo era tão humilde, que quando contou esta historia, (do seu arrebatamento) e contou muitos anos depois, se referiu a si mesmo na terceira pessoa do singular, sendo ele mesmo, o homem que foi arrebatado até o terceiro céu. Isto é que é ser livre de vangloria! E pastor por ai, se vangloriando de seus frutos, dos quais, na presença dos frutos de Paulo, não passa de uma cereja. E nunca encontramos Paulo se vangloriando de seus frutos.

E jamais encontramos Paulo, ou Pedro, ou João, em Tiago, pregando dízimos.

Quando os lideres judaicos que pregavam a Lei, impunham aos crentes de Antioquia, os pilares da Lei, dizendo que a Graça salva, mas tem que cumprir a Lei, então, Paulo juntamente com Barnabé, um Presbitero que colaborava com Paulo,  desceram para Jerusalém, afim de encontrar com Pedro, Tiago e os demais, no primeiro concilio ali em Jerusalem. Ali, consultando o Espírito Santo, eles chegaram à conclusão de que, não devem colocar fardo pesado nos gentios, mas que, eles devem apenas abster-se da idolatria, da prostituição, do sangue e da carne sufocada (Atos 15 versos 19 e 20).
Ali foi uma grande oportunidade para eles falarem dos dízimos, e não falaram.
Podemos rondar e sondar todo o Novo Testamento, que não vamos encontrar mandamento para os dízimos à igreja.  Paulo pregou a oferta de amor, conforme Deus tocar no coração, mediante a prosperidade de cada um (1º Corintios 16 versos 1 e 2).
Em Hebreus 7 verso 5 ao 10 encontramos Paulo afirmando que eram os levitas quem recebiam os dízimos. Mas, se hoje não existem mais levitas servindo no Templo, e muito menos existe o Templo, pois também o Templo de Deus não é mais feito por mãos humanas porque Ele habita no homem, e não nos Templos, perguntamos: Como  existir dízimos?
A igreja primitiva nunca recebeu dízimos. A igreja primitiva não recolhia dízimos. Foi bem depois da reforma protestante no século XVI, que os pregadores começaram com a pregação dos dízimos. 
Os apóstolos nunca recolheram dízimos. Os pais da igreja, e sucessores dos apóstolos também não. Verificamos que os apóstolos, no nascimento da igreja, em Atos 2, ganharam quase 3 mil almas, em um outro dia, eles ganharam 5 mil almas. Imaginem 8 mil almas entregando dízimos? Certamente os apóstolos deveriam ter ficado ricos, no entanto, eles eram pobres e ainda morreram martirizados, por amor a Cristo.
Se eles fossem como alguns pastores hoje, certamente comprariam imóveis em bairros nobres da cidade, carrões importados, luxuosos apartamentos, viagens exóticas e toda mordomia mais.
Porque é que os pastores não pregam esta verdade?
Primeiro, não haveria sustento pra eles, se para alguns, o suficiente para ostentar sua opulência.
Segundo, se não pregar os dízimos, e pregar sob agouros, sob pena de maldição, ou sob promessas de prosperidade, o povo não contribue. O povo só contribue à contento, mediante ameaças e imposições, medo, culpa, agouro, superstições. Este é o lado negativo da pregação dos dizimos. O lado positivo é a pregação da prosperidade para quem entrega os dizimos. Porem, quem prospera mesmo,são alguns pastores, aqueles que se tornam donos de igrejas que eles mesmo fundam. Abaixo, falaremos mais deste detalhe.
Reconheço que devemos ofertar, mas não imperativamente. Sei também que, os pastores estariam pobres, assim como são pobres as maioria dos crentes, caso não houvesse dizimos, sei ainda que, a causa do Evangelho demanda dinheiro, porque nada se faz hoje sem dinheiro, no entanto, a verdade precisa ser pregada, doa a quem doer, ainda que prejudique os pastores. Os pastores deveriam contentar-se com o pouco, assim como os membros. A promessa de prosperidade frente à obediência de dízimos, são eles mesmos quem usufruem.   E porque Deus não faz nada? A Bíblia está aí à disposição de todos, e nela são revelados todos os segredos de Deus, porem, o povo tem preguiça de estudar a Bíblia, e os pastores tiram proveito disto. Lembrando que, nem todos os pastores são gananciosos e um saco que nunca enche. A grande maioria são modestos, simples, e suas esposas são piedosas, reverentes, e se contentam com o pouco. 

Então, quando alguém vier dizendo que a supressão dos dízimos traz maldição, diga-lhes que, na cruz Jesus levou toda a maldição da lei (Gálatas 3 verso 13) e que hoje, vivemos dessa fé.
E mais, que  a Lei terminou em Cristo (Romanos 10:4).
Os dizimos são biblicos? Sim! os dizimos são biblicos, mas não, neo-testamentário. Semelhantemente as sombras, que são biblicas, mas não neo-testamentárias. Essas coisas já ficaram para tras, há muito tempo, na régua da progressão da historia biblica.

Então, pregar Malaquias 3:10 para a igreja, não tem sentido bíblico.

Interessante é que, eles pregam Malaquias 3:10 e nunca pregam 3:5. Porque será?
Devemos perguntar: Se hoje recolhem dízimos de acordo com o percentual do Velho Testamento, porque não usam também, de acordo com o Velho Testamento?  E aplicar neles, sem medo de errar,  Deuteronômio 14 dos versos 22 ao 29 que revela toda a responsabilidade dos dizimos.
Devemos colaborar sim, mas não imperativamente, e, se for necessário suprimir o dizimo, temporariamente e até definitivamente, não devemos fazer isto e ficar com a consciência pesada ou com medo de maldição, pois isto seria falta de fé no sacrificio vivo de Jesus Cristo. Seria anular a cruz, o sacrifio vicario de Jesus Cristo, a excelencia da Nova Aliança, e voltar à Lei do passado.
A Bíblia nos orienta a entregar as ofertas, principalmente para socorrer os pobres, e foi isto que Paulo fez, para socorrer a igreja em Jerusalém (Romanos 15:26 – 1º Corintios 16:1-2).
Paulo trabalhava para não ser pesado aos irmãos. Atos 18:3 nos mostra que Paulo vendia tendas. Lucas, o autor do livro de Lucas,  era medico.  
Reconheço que devemos contribuir sim, porem, não de modo obrigatório e imperativo e muito menos com a mentalidade de trocar favores com Deus, porque nossos favores são fadados ao fracasso. Diante dos favores de Jesus Cristo, o nosso é vergonhoso. Nós jamais vamos ter moeda de troca com Deus.
Quando Abraão pagou dizimo para Melquisedeque, uma figura de Cristo, ele separou 10% dos despojos da guerra contra um Rei seu vizinho, que saqueou Ló; ele não pagou, por obrigação, mas por voluntariedade e gratidão. A Biblia diz que ele "pagou", e não que ele "entregou". Todavia, esse evento não se tornou uma obrigação ou doutrina, para os gentios (a igreja). Trata-se de um evento profetico aos descendentes fisicos de Abraão, os quais pagaram dizimos muito tempo antes, quando ainda estava nos lombos do patriarca Abraão. Paulo esclarece esta questão muito bem em Hebreus 7 versos 5 ao 10. A passagem prevê efetivamente, um evento futuro, onde os hebreus pagaram dizimos, mas não antes de enfrentarem  uma guerra contra os cananitas. Os dizimos do povo hebreu, foram dos "despojos" da guerra que eles enfrentaram antes de assentar na terra prometida. 
(Hebreus vem de Abraão, e cananitas, de Canaã, ou seja, os antigos habitantes de Canaã).

Era necessario ser levita para receber dizimos. Entre nós gentios que formamos a igreja gentilica, não há ninguem oriundo da Tribo de Levi. O sacerdocio antes era levita,  porem hoje, nosso sacerdocio não é mais de Levi, mas, indiretamente,  de Judá, porque nossos sacerdocio está em Cristo que é oriundo da Tribo de Juda (Hebreus 7:14). Então, se voce quer entregar dizimos, voce tem que negar a Cristo e o sacerdocio de Jesus Cristo e voltar para o sacerdocio de Arão (levita), e cumprir toda a Lei Mosaica, incluindo todos os 613 mandamentos. Será que isso hoje é possivel? Claro que não! Nem mesmo os israelitas conseguiram cumprir toda a Lei, por isto, Jesus veio para cumpri-la em nosso lugar. Paulo combateu exaustivamente as ordenanças da Lei, em prol do Evangelho que é o outro lado da moeda.  
Retificando, a Velha Aliança ou Velho Testamento mostrava e lidava com as sombras, a Nova Aliança ou Novo Testamento, mostra e lida, com a Realidade. É o tipo ou sombra versus o antítipo ou a Realidade.
Abraão pagou dizimo dos despojos de guerra e não de sua renda diaria, mensal ou anual.  Pagou apenas uma vez, e não de mês em mês. Ele pagou dos despojos de guerra e  não de sua prosperidade financeira.
Quando encontramos Jacó prometendo entregar os dízimos (Gênesis 28:22), isto foi tambem, uma profecia que cumpriu com seu proprio povo, os hebreus, nas épocas da Lei. Quando Jacó, neto de Abraão e Pai de Levi recebia, e pagava dizimos após a conquista de Canaã e seu assentamento na terra, era a profecia dos eventos de Genesis 14:20 e 28:22 se cumprindo ipsis litteris (literalmente).

Finalizando, os dízimos foram mandamentos para os descendentes físicos do patriarca Abraão, e não para os descendentes da fé do mesmo patriarca.
Os hebreus, hoje judeus, tinham e têm na carne o DNA de Abraão (Romanos 9:3), esse povo era e ainda é monoteísta, enquanto que, a igreja nunca teve na carne o DNA do patriarca, pois, é seu descendente, no espírito e na fé, e não na carne.
A igreja saiu de outros povos, povos politeístas, e nunca foi obrigada a cumprir as Leis dadas aos descendentes físicos de Abraão (Atos 15).  
O livro de Hebreus esclarece estas coisas, com mais detalhes.
Podemos entregar dízimos? Se alguém quizer! Mas, não por obrigação, medo, culpa ou superstição e muito menos acreditando que dizimando, estará trocando favores com Deus, e sendo assim, vai ficar rico. Se voce entregar o dizimo, faça por amor e não por troca com Deus. Não há mandamento de Deus para isto, à igreja. 
Sugiro então, que entreguem uma oferta de amor, e assim suas consciências não estarão pesadas.
Então, se voce quer entregar dizimos, voce tem que negar a Cristo e o sacerdocio de Jesus Cristo e voltar para o sacerdocio de Arão (levita), e cumprir toda a Lei Mosaica, incluindo todos os 613 mandamentos. Será que isso é possivel? Claro que não! Nem mesmo os israelitas conseguiram cumprir toda a Lei, por isto, Jesus veio para cumpri-la em nosso lugar. E mais, Jesus diz que, todo que quiser estar debaixo da Lei Mosaica, tornar-se-á maldito (Galatas 3 versos 10 ao 29).
Deus sempre abençoa a quem dá com alegria, não necessariamente, 10%da renda mensal, mas, do que Deus tocar no coração. Pode ser mais, como pode ser menos.
Os pastores pregam diferente, porque, ou são analfabetos de bíblia, ou por ambição ou conveniência.  Convem que preguem isto, senão o povo não contribue, e isto se torna um pecado para o povo. A causa de Deus, carece de nossa contribuição, com fidelidade. A causa, precisa de mim, precisa de voce. 
Deus não precisa de nada vindo de voce. Então, quando Ele te chama para vir, e servi-LO, não é para preencher uma necessidade, Ele está te oferecendo um privilegio.
Na Igreja primitiva os pregadores não queriam ser pezados à igreja.
Na de hoje. muitos apenas sugam os seus recursos (Atos 20:33-34).
Existem varias igrejas que não recolhem dízimos, à exemplo da Congregação Cristã, e ninguem ali, morre de fome e muito menos, tem o devorador saqueando seus bens e trazendo-lhes maldição
É interessante verificar que, os missionários que vieram para o Brasil no inicio do seculo XX, como Daniel Berg e Gunar Vingren que fundaram as Assembleias de Deus em 1.906, e Louis Francescon que fundou a Congregação Cristã em 1.910; e abro aqui um parentese para esclarecer que, não estou fazendo apologia negativa ou positiva à nenhum deles; mas, Louis Francescon ao contrario dos outros, nunca pregou os dizimos, e até hoje, apesar da supressão dos dizimos, a Congregação Cristã, é perene e avança, sem o devorador saqueando seus bens. 
Irmãos, foi difícil espremer a Bíblia,  em poucas  paginas, porem, se ficar alguma duvida, pode perguntar.
Meu e-mail é: pettra10@yahoo.com.br
Queridos, agora voces já podem estudar os livros de Hebreus e Gálatas, que voces vão entender muito bem.  Voces não levam mais que duas horas para estudar estas duas epístolas, porem ser-lhes-ão de grande esclarecimento, conhecimento e crescimento na fé.
Irmãos, permitam-me fazer uma ressalva, e esclarecer que não sou contra as denominaçãos cristãs que recebem dizimos e investem em missões, em abertura de outros campos da pregação, em irmãos necessitados, em preparação de obreiros que possam ser enviados para fazer discipulos, etc.  Porem, pastor que usufrue dos dizimos, para ficar ricos, empresarios, e que ficam apenas ali, e nunca investem em pregadores com o objetivo de enviá-los, que não alargam os limites e a expansão da pregação do Evangelho, que não investe em obras sociais, mas que investem em si proprio e nos filhos maiores de idade, que investe em lugares tidos como santos, para sua propria vangloria, quando isto não é biblico, passando para a igreja que, a igreja está crescendo, quando os perdidos miseraveis e oprimidos da periferia nunca são visitados e buscados, mas que, eles se quizerem que venham;    pastor pousando de rei, sacerdote, profeta,  unico especial e singular... , já é demais para o Reino de Deus. Não tenhamos medo desses pastores.
A paz do Senhor Jesus. 


Dinorá Mendes


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