CONHEÇA A HISTORIA DOS DIZIMOS, SUAS
FUNÇÕES E TRAGETORIA, NA RÉGUA DA HISTORIA BIBLICA.
Este estudo é para esclarecimento de
irmãos que fazem confusão com o assunto, dízimos, e que estão pedindo
esclarecimentos.
Para esclarecer melhor, precisamos voltar
milhares de anos, na história.
A Bíblia não pode ser entendida com
versículos isolados e muito menos, apenas com as pregações dos púlpitos.
Os pastores precisam reunir o povo pelo menos uma vez na semana para estudar a
Bíblia de modo linear, não em ziguezague, porque a historia é também linear, ou
seja, ela se desenrola em linha reta, apesar de o cânon bíblico, não
obedecer um cronograma, sua historia se revela uma historia em linha reta, e
progressivamente. Por exemplo, a historia de Jó é uma das mais antigas do
mundo, aconteceu milhares de anos antes dos juizes, porem, o livro de Jó, vem
depois do livro de Juizes.
Pastores que não fazem isto, devem ser
rechaçados e jamais temidos.
Entender a Bíblia demanda um “curso”
completo e longo, semelhantemente a um curso de direito, ou medicina por
exemplo, que precisa ser estudado sistematicamente, minuciosamente e
detalhadamente..
Eu levei . décadas para discernir a
Bíblia, e ainda não sei tudo. E tudo o que sei, não aprendi com pastores, nos
púlpitos.
As mensagens de púlpitos devem atrair
pecadores em primeira instância, porem, para seu conhecimento, crescimento e
amadurecimento, é necessário, estudar a Bíblia, conforme acima citado.
Então, vamos lá, resumir a Bíblia, para
que vocês possam entender a questão dos dízimos.
Vamos estudar agora, apenas o assunto,
dízimos, e por isto não vamos abrir muito o leque canônico (régua)..
A Bíblia, é Deus contanto sua historia e
seu relacionamento com os homens neste mundo chamado tempo, temporal, não
ligado à eternidade; pois, sobre a eternidade que é atemporal , foge de nossas
dimensões racionais (intelecto) e sensoriais, tato, visão, paladar,
olfato e audição. A Bíblia apenas dá vagamente a revelação atemporal, porque
jamais entenderíamos à contento. Apesar de sua temporalidade transparente,
e atemporalidade superficial, seu discernimento não apenas é
espiritual, mas racional, literal, real, efetivo e ipsis litteris (ao pé
da letra), tambem.
A principio, quando ela diz que a letra
mata e o Espírito vivifica, está se referindo da palavra “letra”, uma referencia
para “Lei”. PRECISAMOS ENTENDER DAS LEIS BÍBLICAS, PARA
DISCERNIRMOS O ASSUNTO SOBRE DÍZIMOS.
Portanto, esta mensagem diz respeito à Lei
(letra), versus, a Graça. Ou seja, a Lei vétero testamentária, é contrária à
Graça neo-testamentária, apesar de sua sinergia.
Diante dos fatos, estamos hoje, não
debaixo da Lei (letra), mas debaixo da Graça, que é totalmente o outro lado da
moeda. É como se tivéssemos uma moeda, onde de um lado está as obrigações das
Leis biblicas, e do outro lado, o privilegio, a excelência e a liberdade da
Graça.
“GRAÇA COM MISTURA, NÃO É GRAÇA, MAS,
FAVOR TROCADO”. E será que nós temos mesmo, moeda de troca com Deus? É o que
veremos!
E é na Lei que vamos encontrar os dízimos
e é sobre as Leis versus a Graça, que vamos entender e esclarecer a
questão dos dízimos.
Calma! ´calma! pois, chegaremos lá!
A BIBLIA É PROGRESSIVA, e assim sendo,
vamos começar do começo e ir avançando progressivamente, à medida que a
historia também avança.
A Bíblia lidava com tipos, figuras,
símbolos e, sombras, dos quais vamos explicando, progressivamente e
detalhadamente, passo a passo, de acordo com o desenrolar da historia biblica.
Deus começa a Bíblia contando a historia
da criação, e entre ela, a criação do homem Adão e Eva. Deus continua
contando...e chega no divisor de águas, que é a contaminação com o pecado. Daí
por diante, a historia revela Jesus Cristo, tipologicamente, em função
dos pecadores. (Tipo é, algo que se usa para produzir outras semelhantes, modelo, metáfora).
Quando Deus matou um animal para tirar a
pele e cozer vestes para o casal no Edem (Gênesis 3:21), aquele animal
certamente era um cordeiro, pois, era um tipo, e uma pré-figuração de Jesus
Cristo, o Cordeiro de Deus que viria mais tarde, e que seria morto, para
vestir os que à Ele recebem, com suas as vestes de justiça, de salvação e de santidade (vestes do Cordeiro de Deus, imolado).
Aquele animal era o tipo, e a Realidade
que é Jesus Cristo, é o antí-tipo. Este é apenas um exemplo de tipos e
antítipo, da Bíblia. Ou seja, primeiro ela mostra os tipos, e mais tarde, a
Realidade ou antítipo. Ou seja, no Velho Testamento encontramos os tipos, as
sombras; no Novo Testamento, o antítipo, a realidade.
Ali, no Edem então, por ocasião do evento
da contaminação com o pecado, Deus anunciou o Salvador (Gênesis 3:15), que
viria para resolver a encrenca que o homem arrumou contra ele mesmo, comendo o fruto da arvore
proibida, do conhecimento do bem e do mal.
Ao pecar, o homem desconectou-se de Deus,
e far-se-ia necessário, alguém ser morto no lugar do pecador, afim de
reconciliar novamente esse homem, sua obra prima, com Ele, o Criador. Do
contrario, o homem que agora é um réu, porque infringiu uma determinação de
Deus, seria condenado à morte perpétua, definitivamente.
Porem, o Édito (Decreto de Lei) de Deus ao
fazer o homem à sua imagem e semelhança, o impossibitava de morrer, porque
deveria ser eterno, assim como é eterno, seu Criador. O impasse era grande
demais, e, fora da morte do Filho de Deus, também Deus, não haveria solução.
E, como Deus não morre e não pode morrer,
necessario se fez, seu Filho nascer como homem, porem, sem o principio ativo do
pecado, que é a natureza caída; para ombrear com os pecados dos homens e
morrer no seu lugar. Assim, a culpa de um réu condenado à morte, foi paga, e
esse réu pôde agora, ser absolvido de sua infração, punição e sentença mortal e definitiva.
Na ressurreição, a morte não pôde reter na
sepultura, o autor da vida, e por Ele temos a vida, e com Ele também
ressurgiremos para a vida eterna(Romanos 8: 11 e Romanos 6:5,6,7).
Para que o homem fosse novamente
reconciliado com o Criador, alguém teria que levar todos os pecados dos homens
nas costas, alem de que , teria que satisfazer plenamente todas as exigências
de justiça e de santidade de Deus. O homem estava corrompido, sujo, fétido,
manchado, e necessário era que alguém limpo, sem mácula, sem pecado, sem ruga,
sem defeito algum, morresse no lugar desse pecador, afim de vencer a morte, que
era a severa, radical e definitiva punição e separação de Deus.
O homem tornou se réu, do qual, nenhum
advogado, promotor ou Juiz, poderia absolvê-lo. E aí, entra
Jesus no lugar do réu, cumprindo sua pena e pagando sua divida,
para absolvição definitiva e eterna (Colossenses 2 verso 14)..
Como todos, vieram da raiz de Adão e
contaminados com o pecado dele, fazer-se-ia necessário, um que viesse da raiz
do próprio Deus, sem pecado, mas que fizesse pecado, para vencer a morte que
separava o homem, definitivamente de seu Deus e criador.
Todo homem que nasce na geração de Adão,
nasce pecador, porem, todo homem que nasce na geração de Cristo, nasce
redimido. Este é o novo nascimento, nascer de Jesus Cristo, que é á água da
vida e do Espírito.
Jesus Cristo foi o único que na cruz
satisfez todas as exigências de santidade, de justiça e de todos os
atributos de Deus; e assim, quando o pecador recebe a Cristo, miraculosamente
satisfaz, em
Jesus Cristo , todas as exigencias e
atributos do Pai, porque é limpo, lavado, alvejado, perfumado e purificado
pela lavagem no Sangue do Filho, afim de que sejais agora, entregues
“santos” ao Pai,, e deste modo; a comunhão é restabelecida. Esta garantia está em Jesus Cristo , e
jamais em nós mesmos.
O homem não tinha e ainda não tem,
préstimos, para auto responsabilizar por sua salvação. A decisão e a ação de
voltar para seu Deus, estava fora de propósitos, porque agora, ele estava morto
espiritualmente, nos delitos e pecados (Efésios 2:1).
Verificamos então que, a salvação, a
remissão, a justificação, a santificação, são únicos e exclusivamente pelos
méritos de Cristo. Definitivamente, não há méritos no homem. A única obra
que Deus aceita para salvação, remissão, justificação e santificação, está nos
ombros e nos lombos do Filho de Deus.
Se a frase, provérbio ou ditado,
“largatixa tomando sol nas costas de jacaré” for efetiva, nada mais é que, nós
pecadores, desfrutando dos favores de Deus, nas costas de Jesus Cristo.
Isto é Evangelho! Maravilhoso Evangelho!
Excelente Evangelho da Graça!
Sem passar por Jesus Cristo e ter os
pecados perdoados, e o homem lavado, alvejado, perfumado e purificado, ninguém
vai à Deus, por melhor que esse seja. O Pai, por ser tremendamente santo, não
abraça ninguém sujo, fétido, manchado, corrompido, mas todos podem abraçar a
Seu Filho também santo, que tornou-se homem, para lavar, santificar, justificar
e purificar os homens, e assim podemos abraçar o Pai; e assim, jamais morremos,
e assim, temos vida, a vida eterna (1ª João 1 verso
2).
Vide 1ª João capitulo 1 verso 7 que diz:
“...e o Sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado”.
Muito bem! Agora havia esperança e uma
promessa de um Salvador, que iria resolver o problema, derrubar o muro que
separava o homem de Deus, muro esse cujo nome é “pecado”.
E a historia continua no tempo; sabendo
que, na atemporalidade, Deus já via tudo, pois, para Ele não há conceito
de passado e futuro, porque Ele tudo vê, no presente.
Adão e Eva povoaram o mundo, e assim os
homens foram nascendo, crescendo e cada vez mais se afastavam do seu Criador.
Mas, como Deus não tem pressa, porque ele tudo vê no presente, a historia foi
se alongando, progressivamente, mostrando que Deus não muda, e que o homem, não
melhora.
Passaram-se os séculos e chegou um tempo
em que a medida de Deus encheu, e com esse ápice e saturação, Deus resolveu
acabar com a humanidade, porem, como Ele amava sua obra prima, obra essa que Ele fez para sua propria gloria, separou oito
pessoas, oriundas de um homem cujo coração era integro e temente à Deus.
Esta família, era Noé, a esposa, três
filhos, e três noras. (vide Gênesis, todo o capitulo 6)
Veio então, com o diluvio, o primeiro
julgamento universal, onde salvaram-se apenas essa família, que começou
novamente a povoar a terra.
E o Salvador? Será que Deus tinha se
esquecido da promessa de um Salvador? Não! A promessa continuava de pé! Deus
não mente! Deus não tem pressa! Deus é fiel!
E a humanidade foi tomando conta da terra
novamente, especialmente no Oriente Médio. E cada vez mais, se corrompendo com
os deuses pagãos (idolatria), o que Deus abomina.
Chegou a plenitude daqueles tempos, em
que Deus achou
por bem preparar uma família para gerar, dar a luz e introduzir o Salvador na
humanidade, pois, lá em Gênesis 3:15, Ele anunciara que esse Salvador nasceria
de uma mulher, virgem.
Como a humanidade em geral, estava
terrivelmente corrompida com os deuses, Jesus Cristo jamais poderia nascer
desses povos politeístas (politeísmo significa, muitos deuses- (poli=muitos ou vários, e, Teo=Deus).
Ele precisava de um povo que fosse
monoteísta (mono significa um, e teista, significa Deus), ou seja, um
povo cujo Deus fosse único, porque Ele não dá a sua gloria à outro (Isaias
42:8).
Então, o que Deus fez? Havia na terra de
Ur dos Caldeus, hoje, no Iraque-Oriente Médio, (e foi ali que começou as
primeira civilizações), um homem cujo coração satisfazia as exigências
monoteístas, de Deus. Esse homem foi Abrão. .
Deus precisava começar um povo monoteísta,
separado para Ele mesmo, afim de introduzir seu Filho na humanidade, por meio
de uma mulher, também monoteista (A
virgem Maria era monoteista. Ela era da Tribo de Judá, bisneto de Abraão).
E para isto então, Ele deveria começar com uma família, cujo coração, crença e
fé, fossem monoteístas, e jamais politeístas.
Todos os povos de um modo geral, se
contaminavam com os deuses. Mas, Deus ´precisava de um povo monoteísta, de um
povo que chamasse pelo Deus unico; Deus esse que os povos em geral não
conheciam e muito menos, chamava pelo seu Nome(Isaias 65:1). Como então,
resolver a questão, o impasse? Para Deus não há impossível! O diabo trabalha
num nível 10, e Deus trabalha num nível infinitamente maior e acima.
E FOI AÍ, DE ABRÃO, QUE ELE DEU ORIGEM ,
COMEÇANDO UM OUTRO POVO NA FACE DA TERRA, POVO ESSE QUE, INTRODUZIU
O SALVADOR, NA HUMANIDADE. DEUS ABRIU UM PARÊNTESE NA HISTORIA, AFIM DE GERAR UM POVO PARA ELE MESMO, UM POVO MONOTEISTA.
Calma! já estamos quase chegando nos
dizimos!
Deus mandou então, que esse homem (Abraão)
saísse de sua parentela (hoje no Iraque) que era politeístas e fosse
para uma terra desconhecida, onde hoje é a Palestina. O pai de Abrão, Terá,
era politeísta (Josué 24:2-3), porem, Abraão, não!
Incrivelmente, Deus conhece e sonda os
corações dos homens. Os judeus, os descendentes físicos do patriarca, tem
um conhecimento, onde eles dizem que Abraão, desde tenra idade, já combatia os
deuses de seu pai, Terá.
Será que o monoteísmo do pequeno Abrão,
passava despercebido diante do Senhor? Não! Claro que não!.
Então, Abrão saiu com sua esposa Sara, de
Ur dos Caldeus, na Mesopotâmia, hoje o Iraque, e começou, pela
fé, SEM UMA ÚNICA VISÃO SEQUER, a peregrinar, até chegar em Canaã, onde
hoje, é a Palestina. E DEUS MUITO AGRADOU DESSA FÉ.
A partir do casal Abraão e Sara, Deus
começou então, um povo e uma nação peculiar, separados e escolhidos por Ele, um
povo que deveria ser totalmente monoteísta e separados dos outros povos
politeístas, afim de trazer ao mundo, o Salvador da humanidade, como nos revela Genesis 3:15, que já
dissemos.
Daí então, Abraão e Sara geraram, Isaque,
que gerou Jacó, que gerou 12 filhos, e entre eles, José. E de Jose, a
historia continua. Esse moço foi vendido pelos seus irmãos, como escravo, para o Rei do Egito
(Gênesis capitulo 37), seus irmãos mais tarde foram também para o Egito, e lá
sofreram, para aprender a humildade e a reconhecer seu Deus, o Deus de Israel.
Esse povo precisava ser humilde bastante para diferenciar o Deus Todo Poderoso,
dos deuses dos homens, e foi lá no Egito que eles primeiro conheceram os
deuses, para aprender a discernir o valor do Deus da verdade, o Deus de seus
pais, Abraão, Isaque e Jacó.
400 anos mais tarde eles já eram aos
milhares, e entre esses milhares estava Moises, um tremendo homem hebreu,
nascido de entre esse povo de Deus, todos oriundos de Abraão e Sara.
Chegou então, a hora de Deus começar a
provar esse povo, afim de prepara-los para o monoteísmo, a santidade, a justiça
e o grande momento de introduzir o Filho de Deus na humanidade. Enquanto isto,
os demais povos, politeístas e corrompidos com os deuses, continuavam também
crescendo assustadoramente, e se corrompendo cada vez mais com seus deuses, num
relacionamento do qual a Bíblia chama de prostituição espiritual, que é a
idolatria.
Temos agora então, dois povos na terra e
na historia, os monoteístas e os politeístas, ou seja, os hebreus e as nações
em geral (gentios).
Apesar de que, o povo hebreu (Hebreu vem
da raiz, Abraão), às vezes se bandeavam para o politeísmo, eles assim faziam por
sedução, incredulidade e oportunismo; entretanto, por natureza, eles eram
monoteístas, porque eram frutos de pais monoteístas.
E a historia continua. Moises, pelo poder
de Deus, tirou esse povo do Egito, e os levou para a terra de Canaã, onde
manava leite e mel.
Esse povo deu muito trabalho para Deus e
Moises, por causa do politeísmo que aprendera no Egito. E por falta de fé em um
único Deus, o Deus de seus pais, Abraão, Isaque e Jacó, eles se corrompiam,
servindo, por sedução e conveniência, outros deuses, os deuses do Egito. E por
causa de sua incredulidade, apenas os remanescentes (os filhos), entraram nessa
terra, a Terra de Canaã, com Josué.
(Canaã era o lugar, onde hoje é a
Palestina). Essa Terra foi dada à Abraão e seus descendentes físicos,
perpetuamente, eternamente, por promessa de Deus (Gênesis 12:7 – 15:18 e
17:8). Eis aí a razão do conflito no Oriente Médio entre judeus e
árabes. Verificamos então, que aquela terra é por direito, dos judeus.
Aquele povo e aquela terra tem uma historia peculiar com o Filho de Deus.
Eis aí, os motivos de todo o conflito, que já dura 4
mil anos e só vai terminar, com a volta do Filho de Deus, para resgatar
Jerusalém, quando todo Israel será salvo (Romanos 11:26.
Por 40 anos, eles moraram no
deserto. Moises faleceu, e Josué tomou o seu lugar.
Josué, apesar de ter nascido e vivido no
Egito, não se contaminava com a idolatria dos Egipcios.
Esse homem (Josué´) então, introduziu o
povo de Deus, os hebreus, na Terra prometida à Abraão e seus descendentes
fisicos, terra esta, de Canaã, como já dissemos, onde hoje é a Palestina. E aí
está um dos motivos pelo qual, os árabes, querem tomar aquela terra para fazer
dali, um Estado palestino árabe. Os árabes tambem são filhos de Abrão, mas não
com Sara, e sim, com a escrava egipcia, Agar. Porem, a promessa de Deus, de
beneficiar todas as nações da terra, era de Abraão, com Sara, a esposa legitima
(Romanos 9:7 e Gálatas 4:21 ao 31). Leiam, porque estas passagens são
extremamente esclarecedoras.
Aquela terra, nação e povo de Israel
tem peculiaridades inerentes ao próprio Deus. Tudo e todos de, e, em Israel, estão
intimamente ligados ao próprio Deus e seu Filho, para todo o sempre.
Apesar desse povo agora, por meio de
Josué, estar em sua própria terra que Deus lhes dera, havia outros povos ao seu
redor, como por exemplo, a Assíria, a Babilônia, o Egito, a Arábia, etc.
E Deus precisava agora, separar seu povo
dos demais povos ao seu redor, afim de que eles não fossem para os seus deuses,
mas que, fossem santos, afim de se unirem ao Senhor seu Deus e criador, para gerar,
dar a luz e assim, introduzir o salvador na humanidade.
E para isto, Deus precisou criar Leis que
distanciassem os hebreus dos demais povos. Esse povo jamais poderia se
contaminar com os deuses e a idolatria dos outros povos, porque esse povo
deveria ser santo, separado, uma semente não contaminada, especial, para uma
linhagem tambem especial, e só assim, estariam prontos para trazer o salvador ao
mundo, a Pessoa mais especial, da qual o mundo não é digno, oriundo da semente
e linhagem desse povo.
Desde Moises, no deserto, Deus começou a
estabelecer Leis, que separassem e distinguissem esse povo, dos demais povos.
No Sinai, especificamente, no Monte
Horebe, um monte do Sinai, Deus deu o decálogo que são os 10 mandamentos
(Deuteronomio5). Enquanto os povos idolatras não tinham nenhuma Lei, os hebreus
tinham agora as Leis, que os separavam dos outros povos, que os faziam santos e
únicos e prontos para gerar e dar à luz ao Filho de Deus. Nessas Leis incluíam
também as dietas, afim de que os hebreus não comessem com os gentios (povos
pagãos/idolatras). Os hebreus não deveriam comer com os gentios, para que não
enamorassem suas mulheres, e essas os induzissem à idolatria.
E Deus foi estabelecendo as Leis. Ao todo,
os hebreus tinham 613 leis, entre mandamentos e proibições, que os faziam
diferentes e separados dos povos pagãos (politeístas).
Calma! Calma!.. AGORA SIM, CHEGAMOS NOS
DIZIMOS.
Quando Josué, o homem que sucedeu Moises,
entrou com o povo na terra prometida, a terra de Canaã, então Deus mandou Josué
repartir a terra entre as 12 Tribos, ou seja, entre os doze filhos do patriarca
Jacó, neto de Abraão, com suas respectivas famílias. (Abrindo aqui um
parêntese para esclarecer que, Jacó teve o nome trocado para Israel -Gênesis
32:28). Israel quer dizer: “O homem que vê Deus”, uma referencia para sua
luta com o anjo em Gênesis 28 e uma profecia de que eles, Israel, veriam
por legitimidade e hereditariedade, Jesus Cristo-Deus.
A Terra de Canaã incluia todo o
Territorio da Palestina hoje, e, desde a margem direita à margem esquerda do
Rio Jordão em Israel, era Canaã. Ou seja, desde a margem direita (visto
de nossa perspectiva), do Rio Jordão que vai até o Rio Eufrates divisa de
Israel com o Iraque, e desde a margem esquerda do mesmo Rio até o limite do
Grande Mar ou Mar Mediterrânio, estendendo até o Rio Nilo no Egito, são terras
que pertencem a Israel e aos judeus, dadas pelo proprio Deus em possessão eterna (Genesis 15:18);
mas que hoje, está sendo cobiçada e usurpada pelos árabes.
E assim Josué foi divindo a terra entre os
filhos de Jacó (Israel) e fazendo os assentamentos, ou seja, assentando as familias dos filhos de Jacó, em suas porções de terra, respectivamente.
Os filhos de Jacó que eram doze, e que são
as 12 Tribos de Israel, foram ganhando terras para plantar e produzir. Cada um
deles, recebeu um bom pedaço de terra, suficiente para viver bem, (lembrando
que a terra era a mais próspera do mundo e manava leite e mel). Todos ganharam
terra, com exceção da Tribo de Levi, que não recebeu nenhuma porção da terra,
porque Deus dissera que essa Tribo, teria como herança, não coisas terrenas,
mas o próprio Deus de Israel (Deuteronomio 18, verso 1, 2, 5,).
Podemos verificar aqui que, a igreja tem um
ponto em comum com os levitas, apesar de que, a igreja não é oriunda da Tribo
de Levi, mas, de forma indireta e espiritualmente falando, da Tribo de
Judá, porque Jesus era da Tribo de Judá, nós temos esse algo em comum com os
levitas, porque semelhantemente à eles, a herança de Deus para nós, não é
terrena mas, celestial, porque nossa herança, tambem, é o Senhor, pois somos
co-herdeiros com Cristo (Romanos 8:17).
ENTÃO, PORQUE FOI MESMO QUE DEUS NÃO
PERMITIU DAR À LEVI E SEUS DESCENDENTES, UMA PORÇÃO DA TERRA?
Essa tribo foi separada para o sacerdócio
santo. Como? Sua separação era afim de que eles servissem no Templo Sagrado em
Jerusalém. Eles viveriam
no Templo, tempo integral, e se alimentariam de recompensas
pelos serviços prestados no Templo. (veja Numeros 18:20 ao 32).
E assim, de Arão, o irmão de Moises,
ambos oriundos da Tribo de Levi, um dos filhos de Jacó, Deus tirou o
sacerdócio, também denominados de levitas. De Arão saiu os sacerdotes, os
sumos sacerdotes, e os demais levitas, que perfaziam o quadro sacerdotal, incluindo
os cantores, os músicos, os porteiros, os faxineiros e demais que serviam no
Templo.
O Templo era o lugar sagrado, em
Jerusalém-Israel, onde deveria conter a Arca da Aliança, pois era dali, da
Arca, que Deus falava com o povo, por meio dos sacerdotes, que acessavam
a Deus, pelo povo. Hoje não mais pecisamos ir a um "sacerdote" ou profeta, para
acessar a Deus por nós, porque o proprio Jesus é o sumo sacerdote e o mediador
entre nós e Deus. Por meio Dele acessamos a Deus, e não mais por meio de "sacerdotes" e profetas. Quando Jesus disse, Pai, tudo está consumado, e morreu (João 19:30), o veu do Templo, que separava o atrio do povo, das salas do Santo e do Santissimo onde somente os sacerdotes e sumos sacerdotes respectivamente, podiam entrar, rasgou-se de alto abaixo (Marcos 15:38), e a entrada agora passou a ser franca a todos que receberem o Sumo Sacerdote Jesus Cristo. É por meio Dele que entramos agora no Santuario de Deus.
Jesus levou cativo o cativeiro (da Lei), e deu dons aos homens conforme nos revela Efesios 4:8, e, profeticamente, Salmos 68:18.
Jesus levou cativo o cativeiro (da Lei), e deu dons aos homens conforme nos revela Efesios 4:8, e, profeticamente, Salmos 68:18.
Naquele tempo, o Espírito Santo ainda não
estava na terra, e muito menos, tabernaculava os homens, pois, este evento se
deu depois da morte, ressusreição e ascensão de Cristo, quando em Atos 2, eles receberam, na festa de Pentecostes, a descida do Espírito Santo. O Espírito de
Deus pairava sobre os homens, mas não habitava os homens como é hoje, onde os
homens são Templos do Espírito Santo. O Templo de Deus hoje, é o espirito do
homem, e não mais a Arca, ou lugares de quatro paredes (Atos 17:24).
CONTINUANDO ENTÃO, COMO SERIA POSSÍVEL, OS
LEVITAS, PRODUZIR PARA SOBREVIVER, SE ELES NÃO RECEBERAM TERRAS?
FOI ENTÃO, FACE A ESTA NECESSIDADE, QUE
DEUS INSTITUIU OS DÍZIMOS. Todas as demais onze tribos de Israel deveriam tirar
da colheita e da produção de animais, uma parte primeiro (primicias), e
entregar aos levitas, no Templo, para seus sustentos. Os levitas, que eram, e repetindo, os cantores, os músicos, os porteiros, os faxineiros, os matadores
dos animais para o sacrifício que simbolizavam o sacrifício de Jesus Cristo,
recebiam os dízimos do povo, todos das demais tribos, e desses dízimos, todos
em bens de consumo, ou seja, alimentos, os levitas comuns repassavam 10% aos
sacerdotes e sumo sacerdotes, para seu sustento e de suas famílias conforme nos
revela Deuteronômio capitulo 14, versos 22 ao 29.
Recapitulando, os 10% repassados aos
sacerdotes que entravam no lugares santo e santissimo, eram chamados de dízimos
dos dízimos (Os sacerdotes não recebiam os dízimos do povo, pois essa função
era dos porteiros, dos cantores, dos faxineiros, dos... e assim por diante). Os
dizimos dos dízimos eram repassados aos sacerdotes, internamente. Esse repasse
não era publico, mas privado e interno.
(Veja os deveres e direitos dos sacerdotes
e dos levitas em Numeros 18:20 ao 31).
A Terra era extremamente prospera e dava
para sustentar a todos, inclusive aos pobres fora do Templo, e até estrangeiros
que passassem por ali.
A cada 6 anos, no sétimo ano, Deus
ordenara que eles deixassem a terra descansar, e nesse sétimo ano, não havia os
dízimos, porque a terra não produzia, pois, estava descansando. E mesmo assim,
Deus ordenara que eles não encolhessem as mãos aos pobres e estrangeiros
(Deuteronomio 15, versos 6 ao 11).
Com a obediencia dos dízimos e suas
respectivas funções que visavam o sustento não apenas dos levitas, como também
dos pobres, órfãos e viuvas, e estrangeiros necessitados, Deus
jamais deixaria os celeiros deles vazios, porque a terra seria próspera.
E quando o Senhor disse que eles estavam
roubando de Deus, era porque, bem mais tarde, já perto de Jesus chegar neste
mundo como homem, o povo foi se esquecendo dos mandamentos, os dízimos
eram esquecidos, e os sacerdotes estavam passando necessidades, e por esta
razão, os sacerdotes aceitavam como oferta de dízimos e sacrifícios, animais
doentes, aleijados, com manchas, com defeito, entre outros não dignos, porque
os animais que eram sacrificados no Templo eram uma pré-figuração de Jesus
Cristo, o Cordeiro de Deus, sem defeito, sem mancha, sem nenhum problema.
Então Deus usou o profeta Malaquias, um
hebreu, para adverti-los contra essa má conduta e atitude, acrescentando
que eles poderiam fazer prova Dele, desde que fossem obedientes à Lei dos
dizimos Ou seja, desde que eles retornassem à obediência dos dízimos e seu uso
correto (Malaquias 3:05, e
esta parte alguns pregadores omitem), Deus repreenderia o devorador,
e suas colheitas, produção de alimentos, cereais e carnes, seriam
abundantes. Tanto que, eles poderiam
fazer prova de Deus, caso a abundancia não fosse ipsis litteris (literal,
efetiva), mediante sua obediência dessa clausula da lei, os dízimos com seu uso
correto, conforme Deuteronômio 14:versos 22 ao 29).
Recapitulando, esses dízimos eram também em beneficio dos pobres, dos órfãos, das viúvas e de estrangeiros na sua porta. Por ocasião da visita no Templo, para adorar a Deus, os dizimistas poderiam comer dos dízimos, juntamente com os levitas, conforme nos revela Deuteronômio 14: verso 26.
De 3 em 3 anos, os dízimos eram
recolhidos, especialmente, em função dos pobres, das viúvas, dos órfãos,
e dos estrangeiros necessitados, que estivessem ali na sua porta (Dt
14:28).
Ratificando, não havia dízimos em dinheiro
(vide Deuteronômio 14, versos 24 e 25). O dizimos eram entregues em bens de
consumo, para alimento dos levitas, dos pobres, dos estrangeiros e até dos
próprios dizimistas, quando esses viessem de longe e durante sua estadia para a
adoração no Templo Sagrado em Jerusalem (veja Deuteronômio 14:22-23).
Alguém pode replicar dizendo que naquele
tempo não havia moeda ou dinheiro. Se observarmos o contexto de Deuteronômio 14
versos 22 ao 29, vamos ver que havia dinheiro sim!
VEJAMOS AGORA, A TRANSIÇÃO DA LEI MOSAICA, PARA A
GRAÇA E AS LEIS DE CRISTO, QUE É O GRANDE DIVISOR DE ÁGUAS NA HISTORIA DA
HUMANIDADE. DE LÁ PARA CÁ, O MUNDO NUNCA MAIS FOI O MESMO,
PORQUE AGORA OS HOMENS VIRAM GRANDE LUZ, A LUZ DO EVANGELHO DE CRISTO, A
REALIDADE QUE CHEGOU E DISSIPOU AS SOMBRAS:
O apostolo Paulo explica em Galatas
e em Colossenses , juntamente com o autor de Hebreus (10:1ao18), que tudo ali,
no passado, ou seja, no Velho Testamento, também chamado de Velha Aliança, eram
sombras dos bens futuros. E que bens futuros eram esses? Jesus Cristo e o
Espírito Santo, agora numa Nova Aliança, também chamado de Novo Testamento.
Se tudo eram sombras, e agora é Realidade
e diante dos fatos, a Realidade chegou e desmanchou as sombras, como voltar à
Lei e aplicar os dizimos? É mais ou menos assim: Alguém vindo ao longe,
projetando sua sombra que vai chegando, chegando, diminuindo, e que ao chegar, a sombra
desaparece, porque o original chegou. Entendeu? Assim, tudo no
Velho Testamento eram sombras de Jesus Cristo. Ele chegou, e as sombras
desapareceram. Jesus é o cerne de toda a Biblia, tudo gira em torno Dele em função
dos homens pecadores; porem, antes de sua primeira vinda à este mundo como
homem, Ele era revelado por meio de tipos e sombras.
A Realidade que é Cristo, o Espírito Santo
e a excelência da Nova Aliança no Sangue, não mais, uma aliança cujos
mandamentos o povo não deu conta de cumprir na sua totalidade, chegou,
para desmanchar as sombras. É isto que nos revela Paulo, o apostolo aos gentios
(gentios, povos politeístas, fora da comunidade de Israel). O VELHO TESTAMENTO MOSTRAVA AS SOMBRAS, E
O NOVO TESTAMENTO MOSTRA O ORIGINAL, A REALIDADE. Entendeu como a Bíblia é
progressiva?
É COMO A AURORA QUE VAI BRILHANDO MAIS E
MAIS, ATÉ SER DIA PERFEITO.
Irmão, enquanto voce não descobrir e
discernir as cartas de Paulo em Gálatas, Hebreus, Romanos, Colossenses, jamais
vai entender a excelência da Nova Aliança no Sangue de Jesus Cristo e jamais
vai descobrir e entender a transição das sombras, para a Graça, e da
Velha Aliança para a Nova Aliança. Nessas cartas, Paulo explica
que, a Realidade chegou e dissipou as sombras, e que hoje, os mandamentos são
outros. No passado a Lei era um fardo pesado sobre Israel; na Graça, portanto, não
mais é imposto esse fardo, porque Jesus cumpriu a Lei, e agora seu fardo é leve
e o jugo é suave. Jesus simplificou tudo para que adoremos ao Pai em espirito,
pelo Espirito, porem, certos pregadores voltam ao jugo e fardo pesado da Lei,
colocando peso nos crentes, assim como faziam os fariseus (Mateus 23:3-4).
As leis, cujas cláusulas englobavam os dízimos, foram dissipadas, com a chegada e a presença do original, da Realidade. (Sombras significam, vestígios, leve aparência. Realidade significa, existência efetiva, real).
Se temos que cumprir o mandamento dos dizimos, temos tambem que cumprir o mandamento de guardar os sábados, e assim, os Adventistas do Setimo Dia, estariam com a razão, pois, os dois mandamentos pertenciam à Lei para Israel, porque a igreja ainda era misterio, ou seja, ainda não havia sido revelada.
Lembra que eu disse que a Bíblia é
Progressiva? Pois é! Hoje, nós já estamos quase chegando no Monte Sião, o Monte Santo de Deus, e na Nova Jerusalém celestial, e muitos ainda querem permanecer no
Monte Sinai (Horebe), onde Moises recebeu as Leis, há quase 4 mil anos atras.
Em Gálatas capitulo 3, versículos 21 ao
29, Paulo esclarece que, a Lei os serviu de “aio”, tutela, proteção, até que
viesse a fé em
Cristo. Uma das
funções das Leis, tanto cerimonial,, quanto a civil e a moral, eram
separar, proteger os hebreus, dos gentios, e uni-los à Deus. E que
vindo a fé em Cristo, já não estamos mais debaixo do “AIO “ da Tutela da Lei
vétero testamentária. Hoje, o justo não vive mais da Lei, mas da fé em
Deus por intermédio de JesusCristo, conforme nos revela Paulo em Gálatas
3:11; Hebreus 10:38; Romanos 1:17 onde diz: “O justo vive da fé, em Cristo”.
Nosso "AIO" tutor ou proteção que nos une a Deus hoje, é
Cristo e não mais, a Lei!
Em Hebreus 7 verso 12, o autor esclarece
que, mudando o sacerdócio, tnecessariamente tambem, se faz mudança da Lei. O
sacerdócio vétero testamentário tinha como mediador, Moises, a sombra, enquanto que o
sacerdócio neo-testamentario, tem como mediador, Jesus Cristo, Realidade que chegou e desfez as sombras. (1º
Timoteo 2 verso 5).
UMA PERGUNTA CURIOSA: Será que voces já descobriram que Moises era um tipo e sombra de Jesus Cristo? Muito bem! Moises foi um tipo e sombra Jesus Cristo sim!
Sendo assim, a Lei cuja clausulas
incluiam os dízimos, mudou. Assim tambem, é a questão da guarda e do
descanso dos sábados, que eram sombram e apontavam para o descanso em Jesus Cristo que nos
une à Deus. Os Adventistas do Setimo dia tem os olhos cegos para esta
realidade. Porque? É porque eles precisam defender e sustentar as "visões
e revelações" de sua profetiza, Ellen White.
Voltando ao assunto alguem poderia dizer:
Ah! mas, porque Jesus então disse aos farizeus, em Mateus 23 verso 23, que eles
deveriam entregar os dízimos?
A mesma Bíblia que fala dos dízimos no
passado, também diz que Jesus veio cumprir a Lei em nosso lugar, porque
os homens não deram conta de cumprir toda a Lei. Por isto, Jesus Cristo veio
cumprir a Lei (Mateus 5:17). Tanto que, no seu oitavo dia, de acordo com a Lei,
Ele foi circuncidado no Templo, e seus pais ofereceram ali, no Templo, um
sacrifício de pombinhos e rolinhas, sacrifícios estes, de pobres, pois, os mais
abastados ofereciam animais nobres. (Vide Lucas 2:22,23e24).
Romanos 10:4, nos revela que, O FIM DA LEI
É CRISTO. A palavra "FIM" não apenas é uma referencia para
"FINALIDADE", como tambem para, "TÉRMINO". Portanto, a Lei
do passado, foi cumprida na sua plenitude por Jesus Cristo que inseriu agora,
nova Lei, a Lei do Espirito de Deus, que resumem em apenas dois mandamentos
(Mateus 22:36-40), e quem cumpre estes dois mandamentos, cumpre tambem toda a
Lei.
A guarda dos sábados, pertenciam à mesma
Lei que incluía os dízimos. Então, se devemos considerar o mandamento dos
dízimos, devemos também considerar a guarda dos sábados, e assim os Adventistas
do Sétimo Dia, estariam corretos.
Não entendo a razão pela qual os pastores
pregam os dízimos e não pregam a guarda dos sábados, se ambos eram Decreto de Lei.
Verificamos então, a progressão da Bíblia.
Ainda hoje estamos caminhando; a historia não parou. Logo, logo,
estaremos chegando em Apocalipse, e ali, termina o governo humano e entra o
Governo Teocrático, o governo de Jesus Cristo, quando este Reino será entregue
ao Senhor Jesus Cristo (Apocalipse 11:15)
E OS DIZIMOS? AINDA NÃO FICOU CLARO!
Durante toda a vida terrena de Jesus
Cristo, que é legitimamente judeu (hebreu), a igreja ainda não havia sido
revelada (Colossenses 1:26), e assim, a Lei vétero testamentária ainda
vigorava.
Foi quando Jesus expirou e o VÉU DO
TEMPLO, rasgou-se de cima, àbaixo, que ali, Deus rompeu com as Leis e entrou a
Graça. Agora, por meio de Jesus Cristo, todos podem entrar no Santissimo lugar,
onde somente os sumos sacerdotes entravam uma vez por ano. Ali, no lugar
Santissimo, onde estava a Arca da Aliança, ninguem mais, alem dos sumos
sacerdotes, poderiam entrar, porque se entrasse, morreria no ato. Este lugar
santo, agora, está aberto e a entrada é franca, porque Jesus, o Santos dos
Santos, conquistou-nos esta vitória.
ESTE FOI O
GRANDIOSO "DIVISOR DE ÁGUAS", RESPONSÁVEL PELA TRANSIÇÃO DA
DISPENSAÇÃO OU ERA, DA LEI, PARA A DISPENSAÇÃO OU ERA, DA GRAÇA.
A igreja, um terceiro povo, (lembra que
o primeiro povo era as nações em geral, e o segundo, os israelitas)? Pois
é, a igreja é o terceiro povo que Deus introduziu na historia da
humanidade (Atos 2).
Lembrando que, com a progressão da historia, antes haviam as nações em geral, depois, os hebreus e agora, a igreja.
Lembrando que, com a progressão da historia, antes haviam as nações em geral, depois, os hebreus e agora, a igreja.
Então, em toda sua vida terrena, Jesus
viveu debaixo da Lei vetero testamentária. Ele nasceu judeu, viveu como judeu,
pregou como judeu e cumpriu a lei dos judeus, que incluía os dízimos, a guarda
dos sabados, entre outras cláusulss mais, que não vamos tratar aqui.
Somente na morte e ressusreição de Cristo,
foi que a igreja nasceu, sendo revelada em Atos 2, dez dias após a sua
ascensão. E aí, tudo mudou, conforme nos revela as cartas dos apostolos, principalmente as de Paulo.
Quando Jesus expirou e gritou: "Pai!
tudo está consumado! Houve ali um divisor de águas, e a transição da Lei para a
Graça imensurável, cujas leis agora, são do Espirito Santo, gravadas nos
corações e não mais em pedras ou tábuas.
Com o nascimento da igreja, tudo mudou. As
Leis agora são do Espírito Santo que nos conduz à Cristo. Essa Lei resume em
apenas 2 mandamentos: “Amarás a Deus em primeiro lugar, com todo seu
entendimento e sua alma, e o segundo, amarás o teu proximo como a ti
mesmo” Nestes dois mandamentos resume toda a Lei vétero testamentária
(Mateus 22 dos versos 37 ao 40).
“LEVAI AS CARGAS UNS DOS OUTROS E ASSIM
CUMPRIREIS A LEI DE CRISTO” (GÁLATAS 6, VERSÍCULOS 2 E 3).
Concluindo, todas as diretrizes para a
igreja estão nas Epistolas que são as cartas, principalmente as do apostolo
Paulo, o apostolo enviado aos gentios, (povos de outras nações fora da
comunidade de Israel). A igreja, na sua grande maioria, é formada por
gentios, povos antes, politeístas e que NÃO tem na carne o DNA de Abraão e
Sara, mas que, são seus descendentes, na fé e no espírito, pelo Espirito.
Ratificando, somos descendentes de Abrão, no espirito e na fé, não na carne.
Ratificando, somos descendentes de Abrão, no espirito e na fé, não na carne.
A igreja co-participa das bênçãos
prometidas aos descendentes físicos de Abraão, espiritualmente e por causa da
fé. Assim como o patriarca foi justificado pela fé, assim também é
com a igreja, que é justificada pela fé no Deus, do crente Abraão.
Não foi a igreja quem introduziu Jesus
Cristo-Homem, na humanidade, mas Israel. Nós, da igreja, o levamos aos
povos, por meio do Evangelho e não por meio de um parto literal. Porem, Israel
sim, introduziu o Salvador na humanidade por meio de parto literal, tanto que a
própria Bíblia diz que, A Salvação Vem Dos Judeus (João 4:22).
Voce não vai encontrar nada sobre a igreja
no Velho Testamento, apesar de que, podemos tirar passagens ali que beneficiam
a igreja. Porque? É porque a própria Bíblia diz que a igreja, naqueles
tempos, era mistério, escondido dos profetas, dos Reis e dos sacerdotes, e que
foi revelado aos apóstolos, principalmente Paulo. Podemos sim, enxergar por discernimento e sombras, algo que pode-se dar idéia sobre a igreja, porem, esta ainda era mistério. Como por exemplo, a historia de Jó, que muito se identifica com a igreja. Jó foi ensinado a viver pela fé. Apesar de reto, integro e temente a Deus, Jó deu testemuno e foi justificado não por seus altares que levantava, mas pela fé no seu unico Deus. Assim tambem é a igreja, que vive por fé, e não por altares que possam se levantar em favor dos pecadores.
Paulo recebeu toda a revelação da Nova Aliança em Cristo, por ocasião de sua ida no terceiro céu (2º Corintios capitulo 12). Paulo foi o apostolo que entendeu plenamente, e de cara, o Evangelho. Os demais como Pedro e Tiago, foram preciso ser ensinados por Paulo (Galatas 2). Paulo era tão humilde, que quando contou esta historia, (do seu arrebatamento) e contou muitos anos depois, se referiu a si mesmo na terceira pessoa do singular, sendo ele mesmo, o homem que foi arrebatado até o terceiro céu. Isto é que é ser livre de vangloria! E pastor por ai, se vangloriando de seus frutos, dos quais, na presença dos frutos de Paulo, não passa de uma cereja. E nunca encontramos Paulo se vangloriando de seus frutos.
Paulo recebeu toda a revelação da Nova Aliança em Cristo, por ocasião de sua ida no terceiro céu (2º Corintios capitulo 12). Paulo foi o apostolo que entendeu plenamente, e de cara, o Evangelho. Os demais como Pedro e Tiago, foram preciso ser ensinados por Paulo (Galatas 2). Paulo era tão humilde, que quando contou esta historia, (do seu arrebatamento) e contou muitos anos depois, se referiu a si mesmo na terceira pessoa do singular, sendo ele mesmo, o homem que foi arrebatado até o terceiro céu. Isto é que é ser livre de vangloria! E pastor por ai, se vangloriando de seus frutos, dos quais, na presença dos frutos de Paulo, não passa de uma cereja. E nunca encontramos Paulo se vangloriando de seus frutos.
E jamais encontramos Paulo, ou Pedro, ou
João, em Tiago, pregando dízimos.
Quando os lideres judaicos que pregavam a
Lei, impunham aos crentes de Antioquia, os pilares da Lei, dizendo que a Graça
salva, mas tem que cumprir a Lei, então, Paulo juntamente com Barnabé, um
Presbitero que colaborava com Paulo, desceram para Jerusalém, afim de
encontrar com Pedro, Tiago e os demais, no primeiro concilio ali em
Jerusalem. Ali , consultando o Espírito
Santo, eles chegaram à conclusão de que, não devem colocar fardo pesado nos
gentios, mas que, eles devem apenas abster-se da idolatria, da prostituição, do
sangue e da carne sufocada (Atos 15 versos 19 e 20).
Ali foi uma grande oportunidade para eles
falarem dos dízimos, e não falaram.
Podemos rondar e sondar todo o Novo
Testamento, que não vamos encontrar mandamento para os dízimos à igreja.
Paulo pregou a oferta de amor, conforme Deus tocar no coração, mediante a
prosperidade de cada um (1º Corintios 16 versos 1 e 2).
Em Hebreus 7 verso 5 ao 10 encontramos
Paulo afirmando que eram os levitas quem recebiam os dízimos. Mas, se hoje não
existem mais levitas servindo no Templo, e muito menos existe o Templo, pois
também o Templo de Deus não é mais feito por mãos humanas porque Ele habita no
homem, e não nos Templos, perguntamos: Como existir dízimos?
A igreja primitiva nunca recebeu dízimos.
A igreja primitiva não recolhia dízimos. Foi bem depois da reforma protestante
no século XVI, que os pregadores começaram com a pregação dos dízimos.
Os apóstolos nunca recolheram dízimos. Os
pais da igreja, e sucessores dos apóstolos também não. Verificamos que os
apóstolos, no nascimento da igreja, em Atos 2, ganharam quase 3 mil almas, em
um outro dia, eles ganharam 5 mil almas. Imaginem 8 mil almas entregando
dízimos? Certamente os apóstolos deveriam ter ficado ricos, no entanto, eles
eram pobres e ainda morreram martirizados, por amor a Cristo.
Se eles fossem como alguns pastores hoje,
certamente comprariam imóveis em bairros nobres da cidade, carrões importados,
luxuosos apartamentos, viagens exóticas e toda mordomia mais.
Porque é que os pastores não pregam esta
verdade?
Primeiro, não haveria sustento pra eles,
se para alguns, o suficiente para ostentar sua opulência.
Segundo, se não pregar os dízimos, e
pregar sob agouros, sob pena de maldição, ou sob promessas de prosperidade, o
povo não contribue. O povo só contribue à contento, mediante ameaças e
imposições, medo, culpa, agouro, superstições. Este é o lado negativo da
pregação dos dizimos. O lado positivo é a pregação da prosperidade para quem
entrega os dizimos. Porem, quem prospera mesmo,são alguns pastores, aqueles que
se tornam donos de igrejas que eles mesmo fundam. Abaixo, falaremos mais deste
detalhe.
Reconheço que devemos ofertar, mas não
imperativamente. Sei também que, os pastores estariam pobres, assim como são
pobres as maioria dos crentes, caso não houvesse dizimos, sei ainda que, a
causa do Evangelho demanda dinheiro, porque nada se faz hoje sem dinheiro, no
entanto, a verdade precisa ser pregada, doa a quem doer, ainda que prejudique
os pastores. Os pastores deveriam contentar-se com o pouco, assim como os
membros. A promessa de prosperidade frente à obediência de dízimos, são eles
mesmos quem usufruem. E porque Deus não faz nada? A Bíblia está aí
à disposição de todos, e nela são revelados todos os segredos de Deus, porem, o
povo tem preguiça de estudar a Bíblia, e os pastores tiram proveito disto. Lembrando que, nem todos os pastores são gananciosos e um saco que nunca enche. A grande maioria são modestos, simples, e suas esposas são piedosas, reverentes, e se contentam com o pouco.
Então, quando alguém vier dizendo que a
supressão dos dízimos traz maldição, diga-lhes que, na cruz Jesus levou toda a
maldição da lei (Gálatas 3 verso 13) e que hoje, vivemos dessa fé.
E mais, que a Lei terminou em Cristo
(Romanos 10:4).
Os dizimos são biblicos? Sim! os dizimos
são biblicos, mas não, neo-testamentário. Semelhantemente as sombras, que são
biblicas, mas não neo-testamentárias. Essas coisas já ficaram para tras, há
muito tempo, na régua da progressão da historia biblica.
Então, pregar Malaquias 3:10 para a igreja, não tem sentido bíblico.
Interessante é que, eles pregam Malaquias 3:10 e nunca pregam 3:5. Porque será?
Devemos perguntar: Se hoje recolhem
dízimos de acordo com o percentual do Velho Testamento, porque não usam também,
de acordo com o Velho Testamento? E aplicar neles, sem medo de errar,
Deuteronômio 14 dos versos 22 ao 29 que revela toda a responsabilidade
dos dizimos.
Devemos colaborar sim, mas não
imperativamente, e, se for necessário suprimir o dizimo, temporariamente e até
definitivamente, não devemos fazer isto e ficar com a consciência pesada ou com
medo de maldição, pois isto seria falta de fé no sacrificio vivo de Jesus
Cristo. Seria anular a cruz, o sacrifio vicario de Jesus Cristo, a excelencia
da Nova Aliança, e voltar à Lei do passado.
A Bíblia nos orienta a entregar as
ofertas, principalmente para socorrer os pobres, e foi isto que Paulo fez, para
socorrer a igreja em Jerusalém (Romanos 15:26 – 1º Corintios 16:1-2).
Paulo trabalhava para não ser pesado aos
irmãos. Atos 18:3 nos mostra que Paulo vendia tendas. Lucas, o autor do livro
de Lucas, era medico.
Reconheço que devemos contribuir sim,
porem, não de modo obrigatório e imperativo e muito menos com a mentalidade de
trocar favores com Deus, porque nossos favores são fadados ao fracasso. Diante
dos favores de Jesus Cristo, o nosso é vergonhoso. Nós jamais vamos ter moeda
de troca com Deus.
Quando Abraão pagou dizimo para
Melquisedeque, uma figura de Cristo, ele separou 10% dos despojos da guerra
contra um Rei seu vizinho, que saqueou Ló; ele não pagou, por obrigação, mas
por voluntariedade e gratidão. A
Biblia diz que ele "pagou", e não que ele "entregou". Todavia, esse evento não se tornou uma obrigação ou doutrina, para os gentios (a
igreja). Trata-se de um evento profetico aos descendentes fisicos de Abraão, os
quais pagaram dizimos muito tempo antes, quando ainda estava nos lombos do
patriarca Abraão. Paulo esclarece esta questão muito bem em Hebreus 7 versos 5
ao 10. A passagem prevê efetivamente, um evento futuro, onde os hebreus pagaram
dizimos, mas não antes de enfrentarem uma guerra contra os cananitas. Os dizimos do povo hebreu, foram dos "despojos" da guerra que eles enfrentaram antes de assentar na terra prometida.
(Hebreus vem de Abraão, e cananitas, de
Canaã, ou seja, os antigos habitantes de Canaã).
Era necessario ser levita para receber dizimos. Entre nós gentios que formamos a igreja gentilica, não há ninguem oriundo da Tribo de Levi. O sacerdocio antes era levita, porem hoje, nosso sacerdocio não é mais de Levi, mas, indiretamente, de Judá, porque nossos sacerdocio está em Cristo que é oriundo da Tribo de Juda (Hebreus 7:14). Então, se voce quer entregar dizimos, voce tem que negar a Cristo e o sacerdocio de Jesus Cristo e voltar para o sacerdocio de Arão (levita), e cumprir toda a Lei Mosaica, incluindo todos os 613 mandamentos. Será que isso hoje é possivel? Claro que não! Nem mesmo os israelitas conseguiram cumprir toda a Lei, por isto, Jesus veio para cumpri-la em nosso lugar. Paulo combateu exaustivamente as ordenanças da Lei, em prol do Evangelho que é o outro lado da moeda.
Retificando, a Velha Aliança ou Velho
Testamento mostrava e lidava com as sombras, a Nova Aliança ou Novo Testamento,
mostra e lida, com a Realidade. É o tipo ou sombra versus o antítipo ou a
Realidade.
Abraão pagou dizimo dos despojos de guerra
e não de sua renda diaria, mensal ou anual. Pagou apenas uma vez, e não de mês em mês. Ele pagou dos despojos de guerra e não de sua prosperidade financeira.
Quando encontramos Jacó prometendo
entregar os dízimos (Gênesis 28:22), isto foi tambem, uma profecia que cumpriu
com seu proprio povo, os hebreus, nas épocas da Lei. Quando Jacó, neto de
Abraão e Pai de Levi recebia, e pagava dizimos após a conquista de Canaã e seu
assentamento na terra, era a profecia dos eventos de Genesis 14:20 e 28:22 se
cumprindo ipsis litteris (literalmente).
Finalizando, os dízimos foram mandamentos
para os descendentes físicos do patriarca Abraão, e não para os descendentes da
fé do mesmo patriarca.
Os hebreus, hoje judeus, tinham e têm na
carne o DNA de Abraão (Romanos 9:3), esse povo era e ainda é monoteísta,
enquanto que, a igreja nunca teve na carne o DNA do patriarca, pois, é seu
descendente, no espírito e na fé, e não na carne.
A igreja saiu de outros povos, povos
politeístas, e nunca foi obrigada a cumprir as Leis dadas aos descendentes
físicos de Abraão (Atos 15).
O livro de Hebreus esclarece estas coisas,
com mais detalhes.
Podemos entregar dízimos? Se alguém
quizer! Mas, não por obrigação, medo, culpa ou superstição e muito menos
acreditando que dizimando, estará trocando favores com Deus, e sendo assim, vai
ficar rico. Se voce entregar o dizimo, faça por amor e não por troca com Deus.
Não há mandamento de Deus para isto, à igreja.
Sugiro então, que entreguem uma oferta de amor, e assim suas consciências não estarão pesadas.
Sugiro então, que entreguem uma oferta de amor, e assim suas consciências não estarão pesadas.
Então, se voce quer entregar dizimos, voce
tem que negar a Cristo e o sacerdocio de Jesus Cristo e voltar para o
sacerdocio de Arão (levita), e cumprir toda a Lei Mosaica, incluindo todos os
613 mandamentos. Será que isso é possivel? Claro que não! Nem mesmo os
israelitas conseguiram cumprir toda a Lei, por isto, Jesus veio para cumpri-la
em nosso lugar. E mais, Jesus diz que, todo que quiser estar debaixo da Lei
Mosaica, tornar-se-á maldito (Galatas 3 versos 10 ao 29).
Deus sempre abençoa a quem dá com alegria,
não necessariamente, 10%da renda mensal, mas, do que Deus tocar no coração.
Pode ser mais, como pode ser menos.
Os pastores pregam diferente, porque, ou
são analfabetos de bíblia, ou por ambição ou conveniência. Convem que preguem isto, senão o povo não contribue, e isto se torna um pecado para o povo. A causa de Deus, carece de nossa contribuição, com fidelidade. A causa, precisa de mim, precisa de voce.
Deus não precisa de nada vindo de voce.
Então, quando Ele te chama para vir, e servi-LO, não é para preencher uma
necessidade, Ele está te oferecendo um privilegio.
Na Igreja primitiva os pregadores não
queriam ser pezados à igreja.
Na de hoje. muitos apenas sugam os seus
recursos (Atos 20:33-34).
Existem varias igrejas que não recolhem
dízimos, à exemplo da Congregação Cristã, e ninguem ali, morre de fome e muito
menos, tem o devorador saqueando seus bens e trazendo-lhes maldição
É interessante verificar que, os
missionários que vieram para o Brasil no inicio do seculo XX, como Daniel Berg
e Gunar Vingren que fundaram as Assembleias de Deus em 1.906, e Louis
Francescon que fundou a Congregação Cristã em 1.910; e abro aqui um parentese para
esclarecer que, não estou fazendo apologia negativa ou positiva à nenhum deles;
mas, Louis Francescon ao contrario dos outros, nunca pregou os dizimos, e até
hoje, apesar da supressão dos dizimos, a Congregação Cristã, é perene e avança,
sem o devorador saqueando seus bens.
Irmãos, foi difícil espremer a Bíblia,
em poucas paginas, porem, se ficar alguma duvida, pode perguntar.
Meu e-mail é: pettra10@yahoo.com.br
Queridos, agora voces já podem estudar os
livros de Hebreus e Gálatas, que voces vão entender muito bem. Voces não
levam mais que duas horas para estudar estas duas epístolas, porem ser-lhes-ão
de grande esclarecimento, conhecimento e crescimento na fé.
Irmãos, permitam-me fazer uma ressalva, e
esclarecer que não sou contra as denominaçãos cristãs que recebem dizimos e
investem em missões, em abertura de outros campos da pregação, em irmãos
necessitados, em preparação de obreiros que possam ser enviados para fazer
discipulos, etc. Porem, pastor que usufrue dos dizimos, para ficar ricos,
empresarios, e que ficam apenas ali, e nunca investem em pregadores com o
objetivo de enviá-los, que não alargam os limites e a expansão da pregação do
Evangelho, que não investe em obras sociais, mas que investem em si proprio e
nos filhos maiores de idade, que investe em lugares tidos como santos, para sua
propria vangloria, quando isto não é biblico, passando para a igreja que, a
igreja está crescendo, quando os perdidos miseraveis e oprimidos da periferia
nunca são visitados e buscados, mas que, eles se quizerem que venham;
pastor pousando de rei, sacerdote, profeta, unico especial e
singular... , já é demais para o Reino de Deus. Não tenhamos medo desses
pastores.
A paz do Senhor Jesus.
Dinorá Mendes
Dinorá Mendes
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